O consumo de electricidade dos datacenters em 2010 foi significativamente abaixo das previsões, de acordo com novas pesquisas por um professor da Universidade de Stanford.
Em pesquisa realizada para o New York Times, o professor e consultor de sustentabilidade Jonathan Koomey descobriu que o crescimento do consumo de electricidade em datacenters abrandou consideravelmente de 2005 a 2010. Nesse período, a eletricidade usada por datacenters nos EUA aumentou em cerca de 36 por cento, em vez de dobrar conforme vem ocorrendo desde 2000 a 2005. Em um relatório de 2007 ao Congresso, a Agência de Proteção Ambiental previu que o uso de energia nos datacenters nos EUA iria dobrar novamente entre 2005 e 2010.
O consumo de electricidade dos datacenters em todo o mundo, que dobrou de 2000 a 2005, aumentou em 56 por cento de 2005 a 2010.
Koomey descobriu que o crescimento mais lento foi devido ao menor número de servidores que está sendo instalado do que a EPA tinha previsto, em parte por causa da recessão global, e também por causa das tecnologias energeticamente eficientes, tais como a virtualização de servidores.
Ele relata que a eletricidade usada em datacenters globais em 2010 provavelmente representaram entre 1,1 e 1,5 por cento do uso total de electricidade. Para os EUA esse número era entre 1,7 e 2,2 por cento, diz Koomey.
Koomey nota que o Google representa menos de um por cento da eletricidade de datacenters usados no mundo todo. Esse cálculo vem de dados da empresa para consumo de eletricidade em datacenters, que Koomey diz são inéditos, já o Google jamais os tinha revelado antes.
Fonte: Environmmental Leader: http://www.environmentalleader.com/2011/08/03/data-center-energy-growth-slows-defying-predictions/
Tradução: Luciano Ferrari
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Crescimento de Energia Elétrica em Datacenters é Lento, Contrariando Previsões
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quinta-feira, 24 de março de 2011
Quais são as 10 principais estratégias de TI Verde?
10 Principais Soluções de TI Verde
Eu poderia estar aqui todos os dias discutingo fornecedores, mas eu não vou cair nesse “buraco de coelho”, apenas vou dizer para você lustrar suas habilidades de Vmware e todas as demais habilidades que estão relacionadas. Para cada dolar que a VMware vende, são $15 dólares de necessidades especiais que são requeridos.. Eu sou pessoalmente a favpr do uso de VMware.
Soluções de TI Verde Extras:
11. Impressão Verde (http://www.reducetoner.com/)
12. Software Cholesterol
TI Verde é um modismo de marketing? Sim e não!
Em 2009, quando eu iniciei as práticas de TI Verde para a EcomNets, eu estava otimista de que todas as empresas iriam adotar as 10 principais estratégias de TI Verde imediatamente. Depois de não conseguir nenhum negócio visível, me dei conta que eu era um consumidor experimental. Naquela época, ninguém sabia que havia uma brecha para atravessar, na verdade eu tive que explicar para os profissionais de TI que TI Verde era muito mais do que estar na internet. Era, na verdade, a eficiência energética computacional de desktops à data centers, de hardware para software, de software para gerenciamento do desperdício na manufatura.
Muitas organizações recentemente adotaram TI Verde ou TI Sustentável apenas para ter essa prática disponível com interesse financeiro apenas. Poucos iniciaram suas práticas como estratégia porque eles realmente acreditam nela. O problema dessa idéia de adicionar mais um alinha de produto, é que você pode perder a essência de movimento sem educação. Seus valores estão alinhados com o Movimento Verde? Ou você apenas quer cumprir o que diz a lei? Eu ajudei a criar diversos padrões. Nós adotamos uma abordagem tipo Sarbanes-Oxley para determinar como podemos avaliar o ambiente de TI em termos de sustentabilidade.
É imprescindível a Liderança em Sustentabilidade!
Pensamos que conversando com novos diretores de Sustentabilidade seria tudo o que deveriamos fazer. Com relação ao Data Center queríamos falar com o CIO e a operação da planta, apenas para descrobrir que eles não possuem boa interação. Logo aprendemos que a alta gerência precisa liderar os esforços de sustentabilidade. Eles precisam exigir que as areas de operação, TI e sustentabilidade trabalhem juntos.
Felizmente, no governo federal, o president Barak Obama criou uma nova Ordem Executiva #13415, para direcionar o governo a ser mais verde. Na area corporative o Wal-Mart lidera através de seu índice de sustentabilidade. A mare está mudando.
TI Verde é lucrativa!
Por alguma razão, o negócio assumiu que TI Verde seria caro como construções Verdes, o que é longe de ser verdade. Muitas estratégias de TI Verde normalmente reduzem o uso de energia em 50% ou mais com um ROI de 3 a 6 meses. Com esses resultados provocativos, eu novamente acredito que as empresas iriam buscar essas estratégias. De alguma maneira temos que juntar os orçamentos e avaliações de desempenho para esse problema.
Infelizmente, temos sido condicionados a comprar computadores maiores, mais robustos e mais rápidos. Não temos essa necessidade porque não podemos físicamente manter essa velocidade nos computadores atuais. Se não acredita em mim, pare de usar apps em seu iPhone. Acabei de assistir "Battlefield:Los Angeles" em meu iPhone. Sábado, eu detectei os radars da polícia no meu caminho de volta para casa através do meu iPhone. Eu tenho 14GB no meu iPhone, que eu não vou usar completamente. Menos significa mais. Em teoria, a economia permitiria ao grupo de TI investor em outras iniciativas estratégicas.
Imagine ser capaz de cortar 50% de energia ou mais com diferentes estratégias. Imagine consolidar servidores no data center em 66% e usar servidores de reposição para soluções de recuperação e desastre. Não apenas reduzo o uso de energia e espaço, mas também economizei uma quantia significativa de dinheiro. Além do mais, eu posso controlar o fluxo de ar no meu data center em corredores frios e quentes. Posso utilizar técnicas de ventilação. Se puder fazer o CIO endender como a eletricidade está conectada no orçamento do data center, eu não precisaria ter que defender tanto as virtudes da TI Verde.
Para os profissionais de TI que desprezam o gerenciamento de energia para PCs, e Impressão Verde, você NÃO pode simplesmente ignorar uma solução tão simples e de baixo custo. Gerenciamento de energia no desktop sozinho pode permitir uma economia de até 40% do uso de energia. Impressão Verde até 70% do uso do toner sem perder a qualidade da impressão. Estas soluções estão disponíveis ao nosso alcance no valor de $25 a $75 dólares por desktop, e rodam como simples agentes em nossos sistemas com capacidades robustas de gerenciamento. Fácil de instalar, e não impacta outras operações de TI.
Estas estratégias são os frutos mais baixos. Se você nãol tem o orçamento or força para consolidar seu data center, comece pequeno. É uma maratona, não uma corrida. Você ainda obterá resultados positivos e um ROI dentro de 3 a 6 meses, de alguma maneira.
Terell Jones
Director of Infrastructure
EcomNets, Inc.
http://www.ecomnets.com/
http://www.wesavepower.org/
http://www.greenitcouncil.org/
http://www.greeniteconomicsummit.org/
Follow me on twitter: http://twitter.com/TheGreenITguy
Tradução: Luciano Ferrari
- Virtualização
- Otimização de Data Center
- Gerenciamento de Energia
- Des-duplicaçao de dados
- Gerenciamento de disperdício eletrônico
- Cloud Computing
- Gerenciamento de Contabilização de carbono
- Teleconferencia
- Telecommute/Telework
- Soluções para eliminação de papel e gerenciamento de documentos
Eu poderia estar aqui todos os dias discutingo fornecedores, mas eu não vou cair nesse “buraco de coelho”, apenas vou dizer para você lustrar suas habilidades de Vmware e todas as demais habilidades que estão relacionadas. Para cada dolar que a VMware vende, são $15 dólares de necessidades especiais que são requeridos.. Eu sou pessoalmente a favpr do uso de VMware.
Soluções de TI Verde Extras:
11. Impressão Verde (http://www.reducetoner.com/)
12. Software Cholesterol
TI Verde é um modismo de marketing? Sim e não!
Em 2009, quando eu iniciei as práticas de TI Verde para a EcomNets, eu estava otimista de que todas as empresas iriam adotar as 10 principais estratégias de TI Verde imediatamente. Depois de não conseguir nenhum negócio visível, me dei conta que eu era um consumidor experimental. Naquela época, ninguém sabia que havia uma brecha para atravessar, na verdade eu tive que explicar para os profissionais de TI que TI Verde era muito mais do que estar na internet. Era, na verdade, a eficiência energética computacional de desktops à data centers, de hardware para software, de software para gerenciamento do desperdício na manufatura.
Muitas organizações recentemente adotaram TI Verde ou TI Sustentável apenas para ter essa prática disponível com interesse financeiro apenas. Poucos iniciaram suas práticas como estratégia porque eles realmente acreditam nela. O problema dessa idéia de adicionar mais um alinha de produto, é que você pode perder a essência de movimento sem educação. Seus valores estão alinhados com o Movimento Verde? Ou você apenas quer cumprir o que diz a lei? Eu ajudei a criar diversos padrões. Nós adotamos uma abordagem tipo Sarbanes-Oxley para determinar como podemos avaliar o ambiente de TI em termos de sustentabilidade.
É imprescindível a Liderança em Sustentabilidade!
Pensamos que conversando com novos diretores de Sustentabilidade seria tudo o que deveriamos fazer. Com relação ao Data Center queríamos falar com o CIO e a operação da planta, apenas para descrobrir que eles não possuem boa interação. Logo aprendemos que a alta gerência precisa liderar os esforços de sustentabilidade. Eles precisam exigir que as areas de operação, TI e sustentabilidade trabalhem juntos.
Felizmente, no governo federal, o president Barak Obama criou uma nova Ordem Executiva #13415, para direcionar o governo a ser mais verde. Na area corporative o Wal-Mart lidera através de seu índice de sustentabilidade. A mare está mudando.
TI Verde é lucrativa!
Por alguma razão, o negócio assumiu que TI Verde seria caro como construções Verdes, o que é longe de ser verdade. Muitas estratégias de TI Verde normalmente reduzem o uso de energia em 50% ou mais com um ROI de 3 a 6 meses. Com esses resultados provocativos, eu novamente acredito que as empresas iriam buscar essas estratégias. De alguma maneira temos que juntar os orçamentos e avaliações de desempenho para esse problema.
Infelizmente, temos sido condicionados a comprar computadores maiores, mais robustos e mais rápidos. Não temos essa necessidade porque não podemos físicamente manter essa velocidade nos computadores atuais. Se não acredita em mim, pare de usar apps em seu iPhone. Acabei de assistir "Battlefield:Los Angeles" em meu iPhone. Sábado, eu detectei os radars da polícia no meu caminho de volta para casa através do meu iPhone. Eu tenho 14GB no meu iPhone, que eu não vou usar completamente. Menos significa mais. Em teoria, a economia permitiria ao grupo de TI investor em outras iniciativas estratégicas.
Imagine ser capaz de cortar 50% de energia ou mais com diferentes estratégias. Imagine consolidar servidores no data center em 66% e usar servidores de reposição para soluções de recuperação e desastre. Não apenas reduzo o uso de energia e espaço, mas também economizei uma quantia significativa de dinheiro. Além do mais, eu posso controlar o fluxo de ar no meu data center em corredores frios e quentes. Posso utilizar técnicas de ventilação. Se puder fazer o CIO endender como a eletricidade está conectada no orçamento do data center, eu não precisaria ter que defender tanto as virtudes da TI Verde.
Para os profissionais de TI que desprezam o gerenciamento de energia para PCs, e Impressão Verde, você NÃO pode simplesmente ignorar uma solução tão simples e de baixo custo. Gerenciamento de energia no desktop sozinho pode permitir uma economia de até 40% do uso de energia. Impressão Verde até 70% do uso do toner sem perder a qualidade da impressão. Estas soluções estão disponíveis ao nosso alcance no valor de $25 a $75 dólares por desktop, e rodam como simples agentes em nossos sistemas com capacidades robustas de gerenciamento. Fácil de instalar, e não impacta outras operações de TI.
Estas estratégias são os frutos mais baixos. Se você nãol tem o orçamento or força para consolidar seu data center, comece pequeno. É uma maratona, não uma corrida. Você ainda obterá resultados positivos e um ROI dentro de 3 a 6 meses, de alguma maneira.
Terell Jones
Director of Infrastructure
EcomNets, Inc.
http://www.ecomnets.com/
http://www.wesavepower.org/
http://www.greenitcouncil.org/
http://www.greeniteconomicsummit.org/
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Tradução: Luciano Ferrari
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Brasil chefia projeto da Kimberly-Clark
Carolina Pereira (cpereira@brasileconomico.com.br)
26/01/11 12:26
Luciano Ferrari é o brasileiro que está à frente das iniciativas mais sustentáveis no departamento de tecnologia da Kimberly-Clark no mundo.
O profissional foi escolhido pelo engajamento com o assunto e pela implementação de soluções simples e eficazes no país.
Quais foram as mudanças implementadas no Brasil e quais os resultados?
Aqui, em 2010, conseguimos reduzir em 13,4% a quantidade de quilowatts gastos por hora nos PCs da companhia com a implementação de um aplicativo que faz o computador entrar em modo "dormir" depois de certo tempo sem uso.
Também reduzimos em 30% a quantidade de papéis gastos com impressão usando somente impressoras configuradas para imprimir nos dois lados.
Também reduzimos em 16% a quantidade de servidores utilizados com o uso da virtualização. Agora estamos implementando as práticas no resto do mundo.
Quais são os próximos passos?
Estamos estudando uma política global de trabalho remoto uma ou duas vezes por semana. Além disso, este ano os funcionários poderão fazer videoconferências de seus próprios PCs, sem precisar utilizar a sala própria para isso. O objetivo é reduzir o número de viagens.
Como é calculado o impacto ambiental da área de TI?
Estamos desenvolvendo uma calculadora de emissão de carbono do departamento para saber os equipamentos mais afetados. É diferente em cada país por depender da fonte de energia. Fica pronta em abril.
26/01/11 12:26
Luciano Ferrari é o brasileiro que está à frente das iniciativas mais sustentáveis no departamento de tecnologia da Kimberly-Clark no mundo.
O profissional foi escolhido pelo engajamento com o assunto e pela implementação de soluções simples e eficazes no país.
Quais foram as mudanças implementadas no Brasil e quais os resultados?
Aqui, em 2010, conseguimos reduzir em 13,4% a quantidade de quilowatts gastos por hora nos PCs da companhia com a implementação de um aplicativo que faz o computador entrar em modo "dormir" depois de certo tempo sem uso.
Também reduzimos em 30% a quantidade de papéis gastos com impressão usando somente impressoras configuradas para imprimir nos dois lados.
Também reduzimos em 16% a quantidade de servidores utilizados com o uso da virtualização. Agora estamos implementando as práticas no resto do mundo.
Quais são os próximos passos?
Estamos estudando uma política global de trabalho remoto uma ou duas vezes por semana. Além disso, este ano os funcionários poderão fazer videoconferências de seus próprios PCs, sem precisar utilizar a sala própria para isso. O objetivo é reduzir o número de viagens.
Como é calculado o impacto ambiental da área de TI?
Estamos desenvolvendo uma calculadora de emissão de carbono do departamento para saber os equipamentos mais afetados. É diferente em cada país por depender da fonte de energia. Fica pronta em abril.
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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Lexmark e HP adotam reciclagem para impulsionar negócios
SÃO PAULO - Fabricantes de impressoras, como a HP e Lexmark, reforçam conceito de sustentabilidade e reciclagem de seus produtos no processo de fabricação.
A norte-americana HP conta com produtos que são fabricados com até 50% de plástico reciclado. No caso dos cartuchos, a taxa de material reutilizado chega a 70%.
Para a também multinacional norte-americana Lexmark, a reciclagem mundialmente chega a cerca de 50% do total de toners produzidos pela empresa. De acordo com o diretor-geral da Lexmark, Carlos Bretos, mais de 90% do peso de cada cartucho de toner é reciclado e transformados em novas matérias primas, sendo dividido em plástico (37%), alumínio (4%), metal ferroso (33%) e papel corrugado para embalagem (26%).
Segundo ele, a estratégia mundial da companhia é de agregar tecnologia para que os produtos passem a ter mais funções, além da impressão convencional. "Nosso negócio para o público corporativo representa 50% da nossa receita, por isso fazemos constantes investimentos para aprimorar nossa atuação", afirma Bretos.
A Lexmark, que atingiu mais de US$ 1 bilhão de receita no terceiro trimestre do ano passado, aposta em crescer duas vezes acima do mercado em 2011. Para isso, a empresa ainda analisa a possibilidade de exportar os produtos fabricados no Brasil para toda a América Latina.
No Brasil, a Lexmark tem uma parceria com a Oxil, empresa especializada no gerenciamento ambiental e no desenvolvimento de tecnologia de descaracterização de produtos, o que garante a segurança e evita os riscos da exposição negativa de marcas.
"Todo ano, investimos milhões de dólares com objetivo de encontrar soluções para melhorar não só a funcionalidade dos nossos produtos, mas também seus atributos ambientais. "Estamos sempre selecionando materiais que são recicláveis, reduzindo o número de partes e componentes, limitando a variedade de materiais usados e de fácil desmontagem", explica o executivo da Lexmark.
Reduzir, reutilizar e reciclar são verbos conjugados à exaustão pela HP Brasil há tempos, afirma a empresa. Segundo ela, a estes deve-se acrescentar um quarto "erre": repensar, em referência aos processos de produção, de forma que se tornem mais eficientes e tenham menor impacto sobre o meio ambiente. "Como líder mundial, queremos reforçar o compromisso com a sustentabilidade, além de lançar produtos inovadores", afirmou o vice-presidente do grupo de Imagem e Impressão da HP, Fernando Lewis.
A norte-americana HP conta com produtos que são fabricados com até 50% de plástico reciclado. No caso dos cartuchos, a taxa de material reutilizado chega a 70%.
Para a também multinacional norte-americana Lexmark, a reciclagem mundialmente chega a cerca de 50% do total de toners produzidos pela empresa. De acordo com o diretor-geral da Lexmark, Carlos Bretos, mais de 90% do peso de cada cartucho de toner é reciclado e transformados em novas matérias primas, sendo dividido em plástico (37%), alumínio (4%), metal ferroso (33%) e papel corrugado para embalagem (26%).
Segundo ele, a estratégia mundial da companhia é de agregar tecnologia para que os produtos passem a ter mais funções, além da impressão convencional. "Nosso negócio para o público corporativo representa 50% da nossa receita, por isso fazemos constantes investimentos para aprimorar nossa atuação", afirma Bretos.
A Lexmark, que atingiu mais de US$ 1 bilhão de receita no terceiro trimestre do ano passado, aposta em crescer duas vezes acima do mercado em 2011. Para isso, a empresa ainda analisa a possibilidade de exportar os produtos fabricados no Brasil para toda a América Latina.
No Brasil, a Lexmark tem uma parceria com a Oxil, empresa especializada no gerenciamento ambiental e no desenvolvimento de tecnologia de descaracterização de produtos, o que garante a segurança e evita os riscos da exposição negativa de marcas.
"Todo ano, investimos milhões de dólares com objetivo de encontrar soluções para melhorar não só a funcionalidade dos nossos produtos, mas também seus atributos ambientais. "Estamos sempre selecionando materiais que são recicláveis, reduzindo o número de partes e componentes, limitando a variedade de materiais usados e de fácil desmontagem", explica o executivo da Lexmark.
Reduzir, reutilizar e reciclar são verbos conjugados à exaustão pela HP Brasil há tempos, afirma a empresa. Segundo ela, a estes deve-se acrescentar um quarto "erre": repensar, em referência aos processos de produção, de forma que se tornem mais eficientes e tenham menor impacto sobre o meio ambiente. "Como líder mundial, queremos reforçar o compromisso com a sustentabilidade, além de lançar produtos inovadores", afirmou o vice-presidente do grupo de Imagem e Impressão da HP, Fernando Lewis.
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terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Google comemora um 2010 muito verde
Com o fim de 2010 algumas histórias de TI Verde se destacam, assim como do Google. O Google pode ser criticado por seu segredo e não ser completamente transparente sobre o seu data center (por exemplo, quantos existem, ou onde eles estão localizados), mas é fora de controvérsia que o Google é um gigante em TI Verde, tendo investido mais dinheiro em tecnologia de TI Verde que qualquer outra empresa no mundo. Apesar de não se verificar de forma independente, não tenho nenhuma razão para duvidar da afirmação do Google que a empresa opera o mais eficientes data center do mundo.
Em seu blog oficial na semana passada, o Google sumarizou alguns dos destaques verdes de 2010:
•Google tornou-se certificada como um atacadista de energia, permitindo evitar ter de comprar energia de empresas de utilidade pública para comprar energia renovável diretamente dos produtores.
•Google usou essa autoridade para comprar 20 anos de energia eólica renovável a partir de um parque eólico de Iowa, um parque eólico que o Google também teve participação. O contrato de compra garante um nível de preços para a energia eólica que permitirá que o parque eólico para sustentar as operações, independentemente da quantidade de carvão barato ou caro se torna.
•O Google adicionou recursos para a ofertas de seus produtos, como o Google Earth Engine que os mapas e imagens de satélite científico da degradação ambiental e adicionando a divulgação de carbono para o Google Finance .
•Google investiu US $ 100 milhões (ou mais) diretamente em mega projetos de energia renovável, incluindo usinas eólicas maciças em Dakota do Norte e do Atlântico ao largo da costa do túnel de vento de transmissão que permitirá que o vento off-shore para atingir a energia pesada na costa leste.
Todo esse investimento em tecnologia limpa é secundária para a história principal, no entanto, que é o grau de eficiência de data center do Google se tornaram centros de energia. O número exato ainda é um segredo (o Google só diz que tem "dezenas" de todo o mundo), mas a empresa alega a centros de dados são tão eficientes que a energia consumida em um agregado familiar típico EUA em um mês é o equivalente a 3,1 milhões do Google pesquisas. A empresa está fortemente focada na minimização de resfriamento evaporativo em centros de dados e diz que a média ponderada sobrecarga de energia em todos os Google centros de dados é de 19% contra 96% média relatada pela EPA. A média Power Usage Effectiveness ( PUE ) dos centros de dados do Google é de 1.18, no "estado da arte" da categoria pela EPA. Um data center do Google tem um PUE rating 1,13 incrível, em um ponto de mergulho de 1,10 (o que significa que todas as perdas elétricas e de refrigeração sobrecarga combinado utilizado apenas 10% da carga de TI).
TI Verde tem tido um ano incerto e desafiador em 2010. Apesar do fracasso espetacular de uma legislação internacional e nacional, para captura de carbono, empresas como a Google não mostram interesse em declínio seu compromisso com a TI Verde. Em 2011 amanhece, é esse compromisso que vai manter o impulso para TI Verde em um movimento para a frente.
Por Lau T. em 29 de dezembro de 2010 20:43
Em seu blog oficial na semana passada, o Google sumarizou alguns dos destaques verdes de 2010:
•Google tornou-se certificada como um atacadista de energia, permitindo evitar ter de comprar energia de empresas de utilidade pública para comprar energia renovável diretamente dos produtores.
•Google usou essa autoridade para comprar 20 anos de energia eólica renovável a partir de um parque eólico de Iowa, um parque eólico que o Google também teve participação. O contrato de compra garante um nível de preços para a energia eólica que permitirá que o parque eólico para sustentar as operações, independentemente da quantidade de carvão barato ou caro se torna.
•O Google adicionou recursos para a ofertas de seus produtos, como o Google Earth Engine que os mapas e imagens de satélite científico da degradação ambiental e adicionando a divulgação de carbono para o Google Finance .
•Google investiu US $ 100 milhões (ou mais) diretamente em mega projetos de energia renovável, incluindo usinas eólicas maciças em Dakota do Norte e do Atlântico ao largo da costa do túnel de vento de transmissão que permitirá que o vento off-shore para atingir a energia pesada na costa leste.
Todo esse investimento em tecnologia limpa é secundária para a história principal, no entanto, que é o grau de eficiência de data center do Google se tornaram centros de energia. O número exato ainda é um segredo (o Google só diz que tem "dezenas" de todo o mundo), mas a empresa alega a centros de dados são tão eficientes que a energia consumida em um agregado familiar típico EUA em um mês é o equivalente a 3,1 milhões do Google pesquisas. A empresa está fortemente focada na minimização de resfriamento evaporativo em centros de dados e diz que a média ponderada sobrecarga de energia em todos os Google centros de dados é de 19% contra 96% média relatada pela EPA. A média Power Usage Effectiveness ( PUE ) dos centros de dados do Google é de 1.18, no "estado da arte" da categoria pela EPA. Um data center do Google tem um PUE rating 1,13 incrível, em um ponto de mergulho de 1,10 (o que significa que todas as perdas elétricas e de refrigeração sobrecarga combinado utilizado apenas 10% da carga de TI).
TI Verde tem tido um ano incerto e desafiador em 2010. Apesar do fracasso espetacular de uma legislação internacional e nacional, para captura de carbono, empresas como a Google não mostram interesse em declínio seu compromisso com a TI Verde. Em 2011 amanhece, é esse compromisso que vai manter o impulso para TI Verde em um movimento para a frente.
Por Lau T. em 29 de dezembro de 2010 20:43
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Carregador universal de celular chega este ano
Monica Campi, de INFO Online
Segunda-feira, 03 de janeiro de 2011 - 12h04
SÃO PAULO – Após assinarem um acordo em 2009, 14 das maiores fabricantes de celulares em todo o mundo enviaram detalhes sobre o uso de um carregador universal para a Comissão Europeia, informou o jornal britânico The Telegraph.
As especificações técnicas são baseadas em um conector micro-USB para ser utilizado já pelos novos smartphones fabricados por empresas como Apple, Samsung, RIM e Nokia.
Inicialmente esta regra para os carregadores universais vale para a Europa e os mesmos serão compatíveis com todos os aparelhos que utilizarem o padrão, independente do fabricante.
A porta micro-USB já está se tornando comum entre as fabricantes, incluindo algumas que não estão entre as 14. E a Comissão antecipou que os primeiros dispositivos a surgirem com este padrão de acessório poderão aparecer em meados de 2011.
Segunda-feira, 03 de janeiro de 2011 - 12h04
SÃO PAULO – Após assinarem um acordo em 2009, 14 das maiores fabricantes de celulares em todo o mundo enviaram detalhes sobre o uso de um carregador universal para a Comissão Europeia, informou o jornal britânico The Telegraph.
As especificações técnicas são baseadas em um conector micro-USB para ser utilizado já pelos novos smartphones fabricados por empresas como Apple, Samsung, RIM e Nokia.
Inicialmente esta regra para os carregadores universais vale para a Europa e os mesmos serão compatíveis com todos os aparelhos que utilizarem o padrão, independente do fabricante.
A porta micro-USB já está se tornando comum entre as fabricantes, incluindo algumas que não estão entre as 14. E a Comissão antecipou que os primeiros dispositivos a surgirem com este padrão de acessório poderão aparecer em meados de 2011.
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
THE GREEN GRID APRESENTA NOVAS MÉTRICAS DE SUSTENTABILIDADE PARA DATA CENTER
As novas métricas ajudam a determinar a eficácia de Carbono, Uso da Água em data centers
Portland, OR - 2 de dezembro de 2010 - The Green Grid, líder do setor de TI para promover a eficiência energética em data centers e ecossistemas de computação empresarial, anunciou hoje a criação de duas novas métricas para ajudar a melhorar a sustentabilidade das instalações do centro de dados através da medição a eficácia do uso de carbono e água ligada especificamente à infra-estrutura de energia que contêm.
As novas métricas, chamadas Carbon Usage Effectiveness (CUE) e o Water Usage Effectiveness (WUE), estão se unindo à metrica Power Usage Effectiveness (PUE. Todos são projetados para ajudar a TI, instalações, organizações e sustentabilidade em todo o globo otimizar seus data centers.
PUE ajuda os gestores a determinar a eficiência dos equipamentos de TI em seus data centers, comparando a quantidade total de energia consumida pela instalação data centers para a quantidade total de energia consumida pelos equipamentos de TI dentro dela. PUE foi recentemente criada e recomendada para determinar a eficiência energética em instalações dedicadas data center.
CUE irá ajudar os gerentes a determinar a quantidade de emissões de gases de efeito estufa gerados no trabalho de entrega dos equipamentos de TI em um centro de dados. Da mesma forma, a EUA vai ajudar os gerentes a determinar a quantidade de água utilizada pelo estabelecimento, bem como o montante utilizado para entregar o trabalho a partir de operações de TI.
Um documento que define a nova métrica CUE, incluindo os métodos de cálculo, podem ser encontradas no site do Green Grid. Materiais relacionados à WUE será disponibilizado no primeiro trimestre de 2011.
"Nossos membros acreditam firmemente que os decisores políticos a necessidade de ferramentas adequadas para projetar, construir e operar seus centros de dados de uma forma sustentável como plano de informática aumentou, rede e armazenamento de demandas", disse Jack Pouchet, a Emerson Network Power e representante Membro do Conselho do The Green Grid. "Métricas CUE e EUA são passos significativos no sentido de ajudar os operadores de data center medir a eficácia do carbono e do uso da água nos seus centros de dados. Usando um conjunto de métricas de som como PUE, CUE, e EUA levarão a uma melhor gestão dos recursos naturais, e pode, potencialmente, reduzir o consumo. "
PUE, CUE e EUA será debatida quando técnicos do Green Grid Forum 2011, em março, e organizações interessadas podem se tornar ativos no The Green Grid, tornando-se membros. The Green Grid congratula-se com a participação ativa de membros da organização e da indústria em geral sobre estes temas, de acordo com seus esforços para incentivar a colaboração do setor em todo o mundo em projetos estratégicos e táticos para melhorar a eficiência do data center.
Inscrições abertas para o Fórum Green Grid Técnico 2011
As inscrições para The Green Grid Fórum Técnico 2011 abre aos membros e não membros hoje, eo evento será realizado em 01-02 março em Santa Clara, CA. A participação é aberta aos membros do The Green Grid em 01 de março, e depois abre para o público ea mídia em 2 de março. Os tópicos incluirão conteúdo técnico e de formação nas áreas de eficiência energética e sustentabilidade, incluindo PUE, CUE e métricas WUE.
"O conteúdo excelente que nós desenvolvemos para o fórum técnico, este ano vai falar com um vasto leque de participantes, particularmente aqueles com responsabilidades relacionadas a TI, a sustentabilidade corporativa e as operações comerciais", disse Larry Vertal, diretor executivo do The Green Grid. "Fórum anual do Green Grid técnica continua a ser um local líder mundial para as organizações a encontrar informações práticas e relevantes para melhorar suas operações e linha de fundo."
Sobre o The Green Grid
The Green Grid é um consórcio global de empresas, agências governamentais e instituições de ensino dedicada ao avanço da eficiência energética nos centros de dados e ecossistemas de computação empresarial. The Green Grid não endossa produtos específicos do fornecedor ou soluções, e ao invés visa fornecer recomendações de toda a indústria sobre as melhores práticas, métricas e tecnologias que melhorem a eficiência energética global de dados central. A associação é aberta a organizações interessadas em dados de eficiência operacional no Centro de Contribuinte, geral ou o nível de membro associado. Informações adicionais estão disponíveis em http://www.thegreengrid.org/.
Portland, OR - 2 de dezembro de 2010 - The Green Grid, líder do setor de TI para promover a eficiência energética em data centers e ecossistemas de computação empresarial, anunciou hoje a criação de duas novas métricas para ajudar a melhorar a sustentabilidade das instalações do centro de dados através da medição a eficácia do uso de carbono e água ligada especificamente à infra-estrutura de energia que contêm.
As novas métricas, chamadas Carbon Usage Effectiveness (CUE) e o Water Usage Effectiveness (WUE), estão se unindo à metrica Power Usage Effectiveness (PUE. Todos são projetados para ajudar a TI, instalações, organizações e sustentabilidade em todo o globo otimizar seus data centers.
PUE ajuda os gestores a determinar a eficiência dos equipamentos de TI em seus data centers, comparando a quantidade total de energia consumida pela instalação data centers para a quantidade total de energia consumida pelos equipamentos de TI dentro dela. PUE foi recentemente criada e recomendada para determinar a eficiência energética em instalações dedicadas data center.
CUE irá ajudar os gerentes a determinar a quantidade de emissões de gases de efeito estufa gerados no trabalho de entrega dos equipamentos de TI em um centro de dados. Da mesma forma, a EUA vai ajudar os gerentes a determinar a quantidade de água utilizada pelo estabelecimento, bem como o montante utilizado para entregar o trabalho a partir de operações de TI.
Um documento que define a nova métrica CUE, incluindo os métodos de cálculo, podem ser encontradas no site do Green Grid. Materiais relacionados à WUE será disponibilizado no primeiro trimestre de 2011.
"Nossos membros acreditam firmemente que os decisores políticos a necessidade de ferramentas adequadas para projetar, construir e operar seus centros de dados de uma forma sustentável como plano de informática aumentou, rede e armazenamento de demandas", disse Jack Pouchet, a Emerson Network Power e representante Membro do Conselho do The Green Grid. "Métricas CUE e EUA são passos significativos no sentido de ajudar os operadores de data center medir a eficácia do carbono e do uso da água nos seus centros de dados. Usando um conjunto de métricas de som como PUE, CUE, e EUA levarão a uma melhor gestão dos recursos naturais, e pode, potencialmente, reduzir o consumo. "
PUE, CUE e EUA será debatida quando técnicos do Green Grid Forum 2011, em março, e organizações interessadas podem se tornar ativos no The Green Grid, tornando-se membros. The Green Grid congratula-se com a participação ativa de membros da organização e da indústria em geral sobre estes temas, de acordo com seus esforços para incentivar a colaboração do setor em todo o mundo em projetos estratégicos e táticos para melhorar a eficiência do data center.
Inscrições abertas para o Fórum Green Grid Técnico 2011
As inscrições para The Green Grid Fórum Técnico 2011 abre aos membros e não membros hoje, eo evento será realizado em 01-02 março em Santa Clara, CA. A participação é aberta aos membros do The Green Grid em 01 de março, e depois abre para o público ea mídia em 2 de março. Os tópicos incluirão conteúdo técnico e de formação nas áreas de eficiência energética e sustentabilidade, incluindo PUE, CUE e métricas WUE.
"O conteúdo excelente que nós desenvolvemos para o fórum técnico, este ano vai falar com um vasto leque de participantes, particularmente aqueles com responsabilidades relacionadas a TI, a sustentabilidade corporativa e as operações comerciais", disse Larry Vertal, diretor executivo do The Green Grid. "Fórum anual do Green Grid técnica continua a ser um local líder mundial para as organizações a encontrar informações práticas e relevantes para melhorar suas operações e linha de fundo."
Sobre o The Green Grid
The Green Grid é um consórcio global de empresas, agências governamentais e instituições de ensino dedicada ao avanço da eficiência energética nos centros de dados e ecossistemas de computação empresarial. The Green Grid não endossa produtos específicos do fornecedor ou soluções, e ao invés visa fornecer recomendações de toda a indústria sobre as melhores práticas, métricas e tecnologias que melhorem a eficiência energética global de dados central. A associação é aberta a organizações interessadas em dados de eficiência operacional no Centro de Contribuinte, geral ou o nível de membro associado. Informações adicionais estão disponíveis em http://www.thegreengrid.org/.
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Opiniões Diferentes de 5 Fornecedores de Tecnologia a Respeito de Oportunidades em TI Verde
Por Christopher Mines
Publicado em 15 de dezembro de 2010
Minhas responsabilidades como analista tem me levado a uma série de eventos da indústria e fornecedores de tecnologia que falharam, na verdade, olhando para trás em minha agenda, tenho estado fora da minha área de residência, em Boston durante 9 das últimas 12 semanas. Eu tenho de conhecer e interagir com líderes de todo o setor de tecnologia, incluindo empresas fornecedoras grandes e pequenos, e os seus clientes e parceiros.
Na semana retrasada passei algum tempo com cinco fornecedores de tecnologia importantes, cada qual com opiniões muito diferentes sobre a oportunidade da ampla arena de TI Sustentável(ou seja, como produtos de informática e serviços que ajudam as corporações a alcançar suas metas de sustentabilidade ).
1. CA , que é criar uma dinâmica de carbono no seu cliente e gestão de negócios de software da energia. A velocidade do CA de negócios no mercado de carbono das empresas e gestão de energia (ECEM) está se acelerando. Novos clientes ganham no varejo, governo, transporte e alta tecnologia estão ambas confirmando a viabilidade deste mercado de software.
Importante, a CA está expandindo sua presença nestes clientes além de seu tradicional organização de TI e centros de dados corporativos, criando vínculos com instalações, operações e executivos da cadeia de abastecimento. Suas parcerias com a Jones Lang LaSalle e Siemens estão aumentando a sua credibilidade na gestão operacional e de construção.
2. Deloitte , que vê oportunidades de crescimento em serviços de consultoria em sustentabilidade. A empresa, que tem sido um líder de pensamento em TI verde e consultoria de sustentabilidade, fez duas aquisições desta semana para expandir sua capacidade e presença no mercado. ClearCarbon DOMANI e complementar as capacidades de consultoria da Deloitte, adicionando a profundidade de sua experiência em ajudar empresas a formular e executar estratégias de sustentabilidade.
Em particular, a Deloitte está entusiasmado com a oportunidade de ajudar seus clientes a se entender com o seu âmbito três emissões de carbono; muitas empresas estão vendo seus próprios clientes, exigindo relatórios das pegadas de carbono em suas cadeias de abastecimento. Estas aquisições são uma adição importante à meta da Deloitte de ser um líder de consultoria em sustentabilidade prestador de serviços.
3. IBM , onde o grupo de software não está vendo a sustentabilidade de condução "as decisões dos clientes. A sustentabilidade não estava na agenda, dois clientes da IBM e acontecimentos diferentes analistas em novembro. A companhia está tomando uma postura agressiva no desenvolvimento das capacidades de diferentes softwares que os clientes podem e vão usar para melhorar suas iniciativas de sustentabilidade, incluindo a gestão de ativos, monitoramento de energia e análise de dados.
E a IBM está fazendo de tudo sobre o seu " Smarter Planet "guarda-chuva do marketing que engloba vários relacionados com os esforços de sustentabilidade, incluindo as cidades mais inteligentes, edifícios e infra-estrutura computacional. Otimização de ativos, sim, a eficiência energética, sim, sistemas de transporte melhor, sim. Mas o "s" da palavra foi completamente ausente da estratégia de marketing da IBM, os casos de clientes, e descrições dos produtos nestes eventos. A IBM não está vendo seus clientes utilizando a sustentabilidade como parte do seu business case para fazer investimentos em software.
4. SAP , que está enfatizando a sustentabilidade como um negócio em crescimento . No caso do analista de SAP, a sustentabilidade foi frente e no centro, como um valor fundamental das empresas e como um driver de software e-como-um serviço de vendas de software.
A companhia está integrando sua própria estratégia de sustentabilidade e as iniciativas com a estratégia global da empresa, e vai seguir o exemplo no seu relatório das corporações sobre os próximos anos. Faz um argumento convincente para ser tanto um exemplar e facilitador da sustentabilidade em operações empresariais. E isso traz um amplo portfólio de produtos para suportar, em áreas como gestão da cadeia de abastecimento, energia e gestão de recursos e relatórios de sustentabilidade e análises. desafios da SAP são na integração que amplo portfólio, e dando as suas equipas de vendas e canais de pacotes de soluções que sejam bem orientadas para clientes diferentes intervenientes nas operações, TI, finanças ou recursos humanos.
E uma quinta empresa que eu não posso falar ainda, que é o posicionamento de aumentar a sua presença em software sustentabilidade. Ele está ajustando sua visão de oportunidade e se preparando para uma importante iniciativa em 2011.
Fique ligado para mais desenvolvimentos como a comunidade de fornecedores de tecnologia enfrenta se e quando e como capitalizar sobre a sustentabilidade como um novo driver de soluções de TI e implementações.
Chris Minas é vice-presidente e diretor de pesquisa da Forrester Research , consultoria estrategistas da indústria de tecnologia. Ele lidera uma equipa de investigação que prevê e quantifica o crescimento e ruptura na indústria de tecnologia, com foco na economia e modelos de negócios dos fornecedores de TI e as tendências emergentes na adoção da tecnologia.
Leia mais em Christopher Mines
Read more: http://www.greenbiz.com/blog/2010/12/15/5-tech-vendors-different-views-it-green-opportunity?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Greenbuzz+%28GreenBiz+Feed%29#ixzz18Hxs6Lj8
Publicado em 15 de dezembro de 2010
Minhas responsabilidades como analista tem me levado a uma série de eventos da indústria e fornecedores de tecnologia que falharam, na verdade, olhando para trás em minha agenda, tenho estado fora da minha área de residência, em Boston durante 9 das últimas 12 semanas. Eu tenho de conhecer e interagir com líderes de todo o setor de tecnologia, incluindo empresas fornecedoras grandes e pequenos, e os seus clientes e parceiros.
Na semana retrasada passei algum tempo com cinco fornecedores de tecnologia importantes, cada qual com opiniões muito diferentes sobre a oportunidade da ampla arena de TI Sustentável(ou seja, como produtos de informática e serviços que ajudam as corporações a alcançar suas metas de sustentabilidade ).
1. CA , que é criar uma dinâmica de carbono no seu cliente e gestão de negócios de software da energia. A velocidade do CA de negócios no mercado de carbono das empresas e gestão de energia (ECEM) está se acelerando. Novos clientes ganham no varejo, governo, transporte e alta tecnologia estão ambas confirmando a viabilidade deste mercado de software.
Importante, a CA está expandindo sua presença nestes clientes além de seu tradicional organização de TI e centros de dados corporativos, criando vínculos com instalações, operações e executivos da cadeia de abastecimento. Suas parcerias com a Jones Lang LaSalle e Siemens estão aumentando a sua credibilidade na gestão operacional e de construção.
2. Deloitte , que vê oportunidades de crescimento em serviços de consultoria em sustentabilidade. A empresa, que tem sido um líder de pensamento em TI verde e consultoria de sustentabilidade, fez duas aquisições desta semana para expandir sua capacidade e presença no mercado. ClearCarbon DOMANI e complementar as capacidades de consultoria da Deloitte, adicionando a profundidade de sua experiência em ajudar empresas a formular e executar estratégias de sustentabilidade.
Em particular, a Deloitte está entusiasmado com a oportunidade de ajudar seus clientes a se entender com o seu âmbito três emissões de carbono; muitas empresas estão vendo seus próprios clientes, exigindo relatórios das pegadas de carbono em suas cadeias de abastecimento. Estas aquisições são uma adição importante à meta da Deloitte de ser um líder de consultoria em sustentabilidade prestador de serviços.
3. IBM , onde o grupo de software não está vendo a sustentabilidade de condução "as decisões dos clientes. A sustentabilidade não estava na agenda, dois clientes da IBM e acontecimentos diferentes analistas em novembro. A companhia está tomando uma postura agressiva no desenvolvimento das capacidades de diferentes softwares que os clientes podem e vão usar para melhorar suas iniciativas de sustentabilidade, incluindo a gestão de ativos, monitoramento de energia e análise de dados.
E a IBM está fazendo de tudo sobre o seu " Smarter Planet "guarda-chuva do marketing que engloba vários relacionados com os esforços de sustentabilidade, incluindo as cidades mais inteligentes, edifícios e infra-estrutura computacional. Otimização de ativos, sim, a eficiência energética, sim, sistemas de transporte melhor, sim. Mas o "s" da palavra foi completamente ausente da estratégia de marketing da IBM, os casos de clientes, e descrições dos produtos nestes eventos. A IBM não está vendo seus clientes utilizando a sustentabilidade como parte do seu business case para fazer investimentos em software.
4. SAP , que está enfatizando a sustentabilidade como um negócio em crescimento . No caso do analista de SAP, a sustentabilidade foi frente e no centro, como um valor fundamental das empresas e como um driver de software e-como-um serviço de vendas de software.
A companhia está integrando sua própria estratégia de sustentabilidade e as iniciativas com a estratégia global da empresa, e vai seguir o exemplo no seu relatório das corporações sobre os próximos anos. Faz um argumento convincente para ser tanto um exemplar e facilitador da sustentabilidade em operações empresariais. E isso traz um amplo portfólio de produtos para suportar, em áreas como gestão da cadeia de abastecimento, energia e gestão de recursos e relatórios de sustentabilidade e análises. desafios da SAP são na integração que amplo portfólio, e dando as suas equipas de vendas e canais de pacotes de soluções que sejam bem orientadas para clientes diferentes intervenientes nas operações, TI, finanças ou recursos humanos.
E uma quinta empresa que eu não posso falar ainda, que é o posicionamento de aumentar a sua presença em software sustentabilidade. Ele está ajustando sua visão de oportunidade e se preparando para uma importante iniciativa em 2011.
Fique ligado para mais desenvolvimentos como a comunidade de fornecedores de tecnologia enfrenta se e quando e como capitalizar sobre a sustentabilidade como um novo driver de soluções de TI e implementações.
Chris Minas é vice-presidente e diretor de pesquisa da Forrester Research , consultoria estrategistas da indústria de tecnologia. Ele lidera uma equipa de investigação que prevê e quantifica o crescimento e ruptura na indústria de tecnologia, com foco na economia e modelos de negócios dos fornecedores de TI e as tendências emergentes na adoção da tecnologia.
Leia mais em Christopher Mines
Read more: http://www.greenbiz.com/blog/2010/12/15/5-tech-vendors-different-views-it-green-opportunity?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Greenbuzz+%28GreenBiz+Feed%29#ixzz18Hxs6Lj8
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terça-feira, 16 de novembro de 2010
Empresas de tecnologia dominam o ranking de Empresas Verdes
Newsweek divulgou recentemente um ranking das Melhores Empresas Verde nos EUA e no mundo. O objetivo do Ranking Verde é "cortar as conversas verde e quantificar a real pegada ambiental, políticas e reputação" das grandes empresas.
Os rankings são baseados em um Índice verde, variando de 1 (mais baixo) a 100 (melhor). A pontuação tem três componentes: Índice de Impacto Ambiental (45%), Green Pontuação Políticas (45%), e Reputação Pontuação Inquérito (10%). Mais de 700 indicadores, incluindo as emissões de nove gases de efeito estufa, uso da água, eliminação de resíduos sólidos e emissões que contribuem para a chuva ácida ea poluição atmosférica, estão incluídas no Índice de Impacto Ambiental. O Green pontuação Políticas baseia-se em 70 indicadores individuais, incluindo as alterações climáticas e políticas de desempenho, políticas de poluição e de desempenho, o impacto do produto, gestão ambiental e gestão das questões ambientais. Finalmente, a reputação da pontuação entrevistou quase 15.000 usuários validados para classificar as empresas de "retardatários" para "líder" no desempenho ambiental, compromisso e comunicação.
A grande surpresa aqui é que 7 dos 10 maiores empresas de os EUA estão todas relacionadas com o setor de tecnologia e um lugar de destaque em TI Verde esforços e iniciativas. São Yahoo! (# 9), fornecedor de semicondutores Applied Materials (# 8), a Adobe Systems (# 7), Intel (# 5), IBM (# 3), HP (# 2) e Dell (# 1). Lembre-se, estas são classificações para todas as empresas dos EUA, em todos os setores e indústrias. É simplesmente notável que o Top 10 é dominado por gigantes de TI Verde.
Indo para o ranking revela alguns dos motivos destas empresas saiu por cima. Yahoo! dados cente verder, especialmente as novas instalações da em Lockport, recebeu menção especial por 40% menos energia que consome e 95% menos água do que os centros de dados convencionais. Adobe é proprietária e opera em quatro edifícios certificados LEED Platina. Intel laços remuneração de empregados para atingir as metas verde, e é a maior compradora de energia verde entre os EUA grandes empresas (cerca de metade da electricidade é produzida é de energias renováveis). A IBM reduziu seu consumo de energia em 5 kWh bilhões de 1990-2000, e está rolando um Sistema de Gestão da Sustentabilidade para ajudar os clientes a operar edifícios com maior eficiência. A HP é a primeira empresa de tecnologia para relatar gases de efeito estufa associadas à sua cadeia de abastecimento. Por último, a Dell está a caminho de alcançar uma redução das emissões de 40% em 2015, e usa-pós-consumo de plástico reciclado para construir novos computadores. É também um líder em fim de vida de reciclagem de seus produtos.
Algumas omissões surpreendente, no entanto. Algumas das empresas que fazem Green IT possível, como o VMware, são notavelmente baixo na lista (VMware está rankeado # 220 no Top 500). Ainda mais surpreendente é o Google, que vem em # 36 na lista Top 500. A empresa tem feito avanços impressionantes na verdade remodelando a indústria de alimentação e está lançando as bases para uma experiência de computação de carbono neutro do mundo inteiro. Dada a metodologia empregada pelo ranking, talvez Newsweek deve considerar a inclusão de uma pontuação que mede o impacto que uma empresa tem sobre outras empresas em seus esforços para ir verde como uma métrica. Estes são sofismas, no entanto. Globalmente, é fantástico ver o Green IT ricamente reconhecido em um alto perfil ranking como este.
Por Lau T. em outubro 27, 2010 03:00
Os rankings são baseados em um Índice verde, variando de 1 (mais baixo) a 100 (melhor). A pontuação tem três componentes: Índice de Impacto Ambiental (45%), Green Pontuação Políticas (45%), e Reputação Pontuação Inquérito (10%). Mais de 700 indicadores, incluindo as emissões de nove gases de efeito estufa, uso da água, eliminação de resíduos sólidos e emissões que contribuem para a chuva ácida ea poluição atmosférica, estão incluídas no Índice de Impacto Ambiental. O Green pontuação Políticas baseia-se em 70 indicadores individuais, incluindo as alterações climáticas e políticas de desempenho, políticas de poluição e de desempenho, o impacto do produto, gestão ambiental e gestão das questões ambientais. Finalmente, a reputação da pontuação entrevistou quase 15.000 usuários validados para classificar as empresas de "retardatários" para "líder" no desempenho ambiental, compromisso e comunicação.
A grande surpresa aqui é que 7 dos 10 maiores empresas de os EUA estão todas relacionadas com o setor de tecnologia e um lugar de destaque em TI Verde esforços e iniciativas. São Yahoo! (# 9), fornecedor de semicondutores Applied Materials (# 8), a Adobe Systems (# 7), Intel (# 5), IBM (# 3), HP (# 2) e Dell (# 1). Lembre-se, estas são classificações para todas as empresas dos EUA, em todos os setores e indústrias. É simplesmente notável que o Top 10 é dominado por gigantes de TI Verde.
Indo para o ranking revela alguns dos motivos destas empresas saiu por cima. Yahoo! dados cente verder, especialmente as novas instalações da em Lockport, recebeu menção especial por 40% menos energia que consome e 95% menos água do que os centros de dados convencionais. Adobe é proprietária e opera em quatro edifícios certificados LEED Platina. Intel laços remuneração de empregados para atingir as metas verde, e é a maior compradora de energia verde entre os EUA grandes empresas (cerca de metade da electricidade é produzida é de energias renováveis). A IBM reduziu seu consumo de energia em 5 kWh bilhões de 1990-2000, e está rolando um Sistema de Gestão da Sustentabilidade para ajudar os clientes a operar edifícios com maior eficiência. A HP é a primeira empresa de tecnologia para relatar gases de efeito estufa associadas à sua cadeia de abastecimento. Por último, a Dell está a caminho de alcançar uma redução das emissões de 40% em 2015, e usa-pós-consumo de plástico reciclado para construir novos computadores. É também um líder em fim de vida de reciclagem de seus produtos.
Algumas omissões surpreendente, no entanto. Algumas das empresas que fazem Green IT possível, como o VMware, são notavelmente baixo na lista (VMware está rankeado # 220 no Top 500). Ainda mais surpreendente é o Google, que vem em # 36 na lista Top 500. A empresa tem feito avanços impressionantes na verdade remodelando a indústria de alimentação e está lançando as bases para uma experiência de computação de carbono neutro do mundo inteiro. Dada a metodologia empregada pelo ranking, talvez Newsweek deve considerar a inclusão de uma pontuação que mede o impacto que uma empresa tem sobre outras empresas em seus esforços para ir verde como uma métrica. Estes são sofismas, no entanto. Globalmente, é fantástico ver o Green IT ricamente reconhecido em um alto perfil ranking como este.
Por Lau T. em outubro 27, 2010 03:00
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010
MacBook Air um excelente avanço para a Sustentabilidade
por Nino Marchetti, 23 de outubro de 2010
A Apple na semana passada revelou um ultrafino e ultraleve Macbook Air, que é francamente uma das lindas e laptops mais finos que vimos até agora. O que torna ainda muito mais atraente para os aficcionados em computação verde é que a Apple faz um grande esforço para fazer o Macbook Air , talvez, o computador portátil mais ecológico do mercado no momento (apesar de computação verde, em geral, ainda ter um longo caminho a percorrer ).
De uma perspectiva verde, o MacBook Air é classificação Ouro da EPEAT e 5.0 na classificação da Energy Star, o que significa que é muito eficiente .. Cada estrutura monobloco, diz a a Apple, é feito de alumínio reciclável e vem com eficiência energética com retroiluminação LED, mostrando que são livres de mercúrio e feita com vidro sem arsénico. O MacBook Air também não contém retardadores de chama bromados e PVC.
Do lado da tecnologia a mais notável característica do MacBook Air é a falta de um disco rígido interno, que ainda é uma coisa muito rara nos notebooks de hoje. Ele faz uso de flash drives de estado sólido - semelhante à do que está em um iPad - que têm um número de vantagens sobre os discos rígidos, incluindo rápidos tempos de carga de dados e um peso muito menor. As dimensões do MacBook Air pesando são impressionantes com 2,3 quilos e medindo apenas 0,11 cm no seu ponto mais fino e 0,68 polegadas na parte mais grossa.
A bateria pode chegar até a sete horas de duração da bateria e até 30 dias em standby. Disponibilidade do MacBook Air é agora. Quanto preços e configurações vão, a Apple disse que "a 1.4 GHz de 11 polegadas do MacBook Air com 2 GB de memória e 64GB de armazenamento flash começa com um preço sugerido de 999 dólares (EUA) com um modelo de 128GB por US $ 1.199 (EUA). A 1.86 GHz de 13 polegadas do MacBook Air com 2 GB de memória e 128GB de armazenamento flash começa com um preço sugerido de 1299 dólares (EUA) com um modelo de 256 GB para 1.599 dólares (EUA). "
"O MacBook Air é o primeiro de uma nova geração de notebooks que deixa para trás o armazenamento mecânico rotativo, em favor do estado de armazenamento flash sólida", disse Steve Jobs, CEO da Apple, em um comunicado. "Nós levamos o que aprendemos com o estado sólido de armazenamento IPAD, instant-on, standby Bateria tempo surpreendente, miniaturização e construção leve, para criar o novo MacBook Air. Com a sua incrível capacidade de resposta e de mobilidade, que vai mudar a maneira como pensamos sobre os notebooks ".
Fonte: Earth Techling
Tradução: Luciano Ferrari
A Apple na semana passada revelou um ultrafino e ultraleve Macbook Air, que é francamente uma das lindas e laptops mais finos que vimos até agora. O que torna ainda muito mais atraente para os aficcionados em computação verde é que a Apple faz um grande esforço para fazer o Macbook Air , talvez, o computador portátil mais ecológico do mercado no momento (apesar de computação verde, em geral, ainda ter um longo caminho a percorrer ).
De uma perspectiva verde, o MacBook Air é classificação Ouro da EPEAT e 5.0 na classificação da Energy Star, o que significa que é muito eficiente .. Cada estrutura monobloco, diz a a Apple, é feito de alumínio reciclável e vem com eficiência energética com retroiluminação LED, mostrando que são livres de mercúrio e feita com vidro sem arsénico. O MacBook Air também não contém retardadores de chama bromados e PVC.
Do lado da tecnologia a mais notável característica do MacBook Air é a falta de um disco rígido interno, que ainda é uma coisa muito rara nos notebooks de hoje. Ele faz uso de flash drives de estado sólido - semelhante à do que está em um iPad - que têm um número de vantagens sobre os discos rígidos, incluindo rápidos tempos de carga de dados e um peso muito menor. As dimensões do MacBook Air pesando são impressionantes com 2,3 quilos e medindo apenas 0,11 cm no seu ponto mais fino e 0,68 polegadas na parte mais grossa.
A bateria pode chegar até a sete horas de duração da bateria e até 30 dias em standby. Disponibilidade do MacBook Air é agora. Quanto preços e configurações vão, a Apple disse que "a 1.4 GHz de 11 polegadas do MacBook Air com 2 GB de memória e 64GB de armazenamento flash começa com um preço sugerido de 999 dólares (EUA) com um modelo de 128GB por US $ 1.199 (EUA). A 1.86 GHz de 13 polegadas do MacBook Air com 2 GB de memória e 128GB de armazenamento flash começa com um preço sugerido de 1299 dólares (EUA) com um modelo de 256 GB para 1.599 dólares (EUA). "
"O MacBook Air é o primeiro de uma nova geração de notebooks que deixa para trás o armazenamento mecânico rotativo, em favor do estado de armazenamento flash sólida", disse Steve Jobs, CEO da Apple, em um comunicado. "Nós levamos o que aprendemos com o estado sólido de armazenamento IPAD, instant-on, standby Bateria tempo surpreendente, miniaturização e construção leve, para criar o novo MacBook Air. Com a sua incrível capacidade de resposta e de mobilidade, que vai mudar a maneira como pensamos sobre os notebooks ".
Fonte: Earth Techling
Tradução: Luciano Ferrari
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
HP reforça suas credenciais "verdes"
Grupo de imagens da HP tem procurado utilizar a GITEX TECHNOLOGY WEEK para destacar os benefícios do uso de cartuchos de impressora genuínos, e intesifica suas campanhas de TI verde e anti-falsificação.
A HP, recentemente fez o lançamento regional de seu programa Planet Partners, que visa sensibilizar para as questões de computação verdes e incentiva o público a reciclar utilizados produtos de TI.
A empresa já fechou acordos com várias empresas e órgãos governamentais, incluindo o município de Dubai. "Nós sentimos que é muito importante para ser visto a assumir a liderança nesta área", diz Susanne Heis, vice-presidente e gerente geral da HP Imaging and Printing Group no Médio Oriente, Mediterrâneo e África.
"Entretanto, nosso programa Planet Partners é apenas uma parte da nossa estratégia verde", continua ela.
"Utilizamos materiais reciclados em nossas impressoras, tanto quanto podemos.
"Nós também queremos destacar que a nossa campanha contra cartuchos falsificados não é apenas sobre como proteger o nosso negócio - que seria uma mentira dizer que esse não é o objetivo - mas a realidade é que os danos relacionados a falsificação de cartuchos não afeta apenas nós e o consumidor, mas também o ambiente ", continua Heis.
"Trata-se de garantir que nossos clientes continuem a tirar o melhor proveito da sua impressora.
"Uma das características que nós estamos olhando para trazer é a capacidade de informar aos clientes quando eles não estão usando um cartucho HP oficial - especialmente quando ela é falsa e que foi informado pelo vendedor que é genuíno", Heis continua .
Fonte: ITP.Net
Tradução: Luciano Ferrari
A HP, recentemente fez o lançamento regional de seu programa Planet Partners, que visa sensibilizar para as questões de computação verdes e incentiva o público a reciclar utilizados produtos de TI.
A empresa já fechou acordos com várias empresas e órgãos governamentais, incluindo o município de Dubai. "Nós sentimos que é muito importante para ser visto a assumir a liderança nesta área", diz Susanne Heis, vice-presidente e gerente geral da HP Imaging and Printing Group no Médio Oriente, Mediterrâneo e África.
"Entretanto, nosso programa Planet Partners é apenas uma parte da nossa estratégia verde", continua ela.
"Utilizamos materiais reciclados em nossas impressoras, tanto quanto podemos.
"Nós também queremos destacar que a nossa campanha contra cartuchos falsificados não é apenas sobre como proteger o nosso negócio - que seria uma mentira dizer que esse não é o objetivo - mas a realidade é que os danos relacionados a falsificação de cartuchos não afeta apenas nós e o consumidor, mas também o ambiente ", continua Heis.
"Trata-se de garantir que nossos clientes continuem a tirar o melhor proveito da sua impressora.
"Uma das características que nós estamos olhando para trazer é a capacidade de informar aos clientes quando eles não estão usando um cartucho HP oficial - especialmente quando ela é falsa e que foi informado pelo vendedor que é genuíno", Heis continua .
Fonte: ITP.Net
Tradução: Luciano Ferrari
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Muitas empresas desconhecem os benefícios da TI verde
Embora muitas tecnologias de computação novas e emergentes diminuem seu impacto sobre o meio ambiente - para não mencionar o seu impacto sobre os orçamentos - muitas empresas estão desconhecem os benefícios econômicos e ambientais das práticas de computação verde.
De acordo com uma recente pesquisa realizada pela revista Computing and Corporate Finance Cobalt, alguns fornecedores tinham diminuído em suas operações no ano passado, apesar de um acentuado interesse e continuada dos 220 gestores de TI entrevistados.
". Vendedores realmente parecem ter se desiludido com o aspecto" verde "de TI Apesar de alguns compradores têm integrado os aspectos verde em seus processos de contratação, ou seja, os fornecedores devem responder com soluções verdes, muitos não estão vendo a 'cenoura' - que é o benefício a eles de se concentrar em TI verde ", segundo Chris Williams, sócio da Cobalt. "O consumidor não é apenas oferecer recompensas significativas o suficiente."
No entanto, muitas iniciativas verdes poupam dinheiro às empresas, além de diminuir o seu impacto sobre o meio ambiente, levando à conclusão de que o interesse dos vendedores em tecnologias verdes pode retornar nos próximos meses.
Além disso, os 80 fornecedores entrevistados expressaram um interesse contínuo na computação em nuvem como uma solução de TI, com mais de 50 por cento de usá-lo de alguma forma. No entanto, os gerentes de TI entrevistados foram mais hesitante quando chegou a utilizar a tecnologia ubíqua, embora Williams disse que isso pode ser temporário.
"Esta é uma área que pode mudar rapidamente. - Se preocupações com a segurança são atenuados e aumentar as pressões orçamentais com a recessão, então a computação em nuvem pode ver uma melhora na aceitação entre os gerentes de TI"
Escrito por Jason Morton
De acordo com uma recente pesquisa realizada pela revista Computing and Corporate Finance Cobalt, alguns fornecedores tinham diminuído em suas operações no ano passado, apesar de um acentuado interesse e continuada dos 220 gestores de TI entrevistados.
". Vendedores realmente parecem ter se desiludido com o aspecto" verde "de TI Apesar de alguns compradores têm integrado os aspectos verde em seus processos de contratação, ou seja, os fornecedores devem responder com soluções verdes, muitos não estão vendo a 'cenoura' - que é o benefício a eles de se concentrar em TI verde ", segundo Chris Williams, sócio da Cobalt. "O consumidor não é apenas oferecer recompensas significativas o suficiente."
No entanto, muitas iniciativas verdes poupam dinheiro às empresas, além de diminuir o seu impacto sobre o meio ambiente, levando à conclusão de que o interesse dos vendedores em tecnologias verdes pode retornar nos próximos meses.
Além disso, os 80 fornecedores entrevistados expressaram um interesse contínuo na computação em nuvem como uma solução de TI, com mais de 50 por cento de usá-lo de alguma forma. No entanto, os gerentes de TI entrevistados foram mais hesitante quando chegou a utilizar a tecnologia ubíqua, embora Williams disse que isso pode ser temporário.
"Esta é uma área que pode mudar rapidamente. - Se preocupações com a segurança são atenuados e aumentar as pressões orçamentais com a recessão, então a computação em nuvem pode ver uma melhora na aceitação entre os gerentes de TI"
Escrito por Jason Morton
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quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Empresas dizem "Sim" à TI Verde
Por VP Renjith, SiliconIndia
Segunda-feira, 11 de outubro de 2010, 17:44 Hrs
Bangalore: TI Verde ou Computação Verde parece ser a palavra-chave para a nova mudança de paradigma nas empresas de TI em nível mundial. Este ano, muitas empresas tem colocado os seus melhores esforços para promover o verde e contribuir para as iniciativas globais verdes para abordar as preocupações com relação ao aquecimento global.
Foi interessante ver muitas empresas chegando com conceitos atraentes para TI verde após o Dia Mundial do Meio Ambiente em 5 de junho. A Dell havia se comprometido a tornar a empresa mais verde do planeta. Ela lançou o Dell Go Green Challenge de sensibilização e envolvimento da comunidade em iniciativas verdes em Portugal. Ela também se comprometeu a eliminar o PVC e retardadores de chama bromados de todos os produtos recém despachados até o final de 2011, e já enviou vários produtos com teores reduzidos de PVC/BFR. O Greenpeaces Guide to Greener Electronics recentemente nomeou a Wipro como a empresa número um em questões verdes. A Wipro tem sido fundamental para a utilização de plástico reciclado e colocar um bom desempenho no critério de química. Além disso, a empresa lançou recentemente a linha greenware de desktops que não sãoo apenas 100 por cento recicláveis, mas também livre de toxinas. A linha greenware tem uma quota de 13 por cento da produção da empresa de hardware no total.
E uma espreitada no mercado global nos mostra que é nas empresas de TI no Vale do Silício que estão todos os cérebros para a iniciativa verde, que em um longo prazo garantirá benefícios para a indústria e os consumidores. Práticas de TI Verde, como virtualização de data center, design melhor do data center e layout, gerenciamento de ativos e ciclo de vida, o que reduz a necessidade de capex, estão se tornando cada vez mais importante como os orçamentos de TI continuam limitados. A nova oferta da IBM ajuda empresas a aderir ao "ir verde" missão é produzir energia através de suas construções mais eficientes. A sustentabilidade do sistema de gestão da IBM pode coletar dados em tempo real a partir de diversos sistemas, como aquecimento, iluminação, elevadores, e o software pode sugerir ou automaticamente fazer ajustes para ter a máxima eficiência energética.Em meio a viabilidade desses projetos e até empresas estão se beneficiando da TI Verde, Infosys comemorou Dia do Meio Ambiente 2010 em toda seu Centros de Desenvolvimento na Índia através de atividades organizadas pela Infosys Verde conectando grupos de equipe e ECO. O lançamento do Infy Smartwatt Championship, uma competição que visa incentivar Infoscions e suas famílias a reduzir seu consumo de eletricidade durante os próximos seis meses foi outra iniciativa importante da Infosys. O Infy Smartwatt Campeonato foi desenvolvido com o objetivo de fortalecer a conscientização e ações na construção de estilos de vida sustentáveis, visando a influenciar a eficiência do lado da demanda do consumo de energia.Afinal as notícias são benvindas para os ambientalistas que, apesar dos sinais de recessão e mista do Congresso sobre a indústria de greening americano, algumas das maiores empresas dos EUA estão adotando um conceito revolucionário de sustentabilidade. Empresas indianas também estão na pista com nada menos do que uma competição entre si. TCS tem sido avaliado por um seu relatório de sustentabilidade da Global Reporting Initiative e HCL, uma das cinco maiores empresas de verde na Índia. Com a TI fraternidade brainstorming freqüentemente e trabalhando fervorosamente em computação verde, o governo também deve cuidar para que estas empresas dispõem de assessores, como benefícios fiscais, que será um impulso moral para eles.
Segunda-feira, 11 de outubro de 2010, 17:44 Hrs
Bangalore: TI Verde ou Computação Verde parece ser a palavra-chave para a nova mudança de paradigma nas empresas de TI em nível mundial. Este ano, muitas empresas tem colocado os seus melhores esforços para promover o verde e contribuir para as iniciativas globais verdes para abordar as preocupações com relação ao aquecimento global.
Foi interessante ver muitas empresas chegando com conceitos atraentes para TI verde após o Dia Mundial do Meio Ambiente em 5 de junho. A Dell havia se comprometido a tornar a empresa mais verde do planeta. Ela lançou o Dell Go Green Challenge de sensibilização e envolvimento da comunidade em iniciativas verdes em Portugal. Ela também se comprometeu a eliminar o PVC e retardadores de chama bromados de todos os produtos recém despachados até o final de 2011, e já enviou vários produtos com teores reduzidos de PVC/BFR. O Greenpeaces Guide to Greener Electronics recentemente nomeou a Wipro como a empresa número um em questões verdes. A Wipro tem sido fundamental para a utilização de plástico reciclado e colocar um bom desempenho no critério de química. Além disso, a empresa lançou recentemente a linha greenware de desktops que não sãoo apenas 100 por cento recicláveis, mas também livre de toxinas. A linha greenware tem uma quota de 13 por cento da produção da empresa de hardware no total.
E uma espreitada no mercado global nos mostra que é nas empresas de TI no Vale do Silício que estão todos os cérebros para a iniciativa verde, que em um longo prazo garantirá benefícios para a indústria e os consumidores. Práticas de TI Verde, como virtualização de data center, design melhor do data center e layout, gerenciamento de ativos e ciclo de vida, o que reduz a necessidade de capex, estão se tornando cada vez mais importante como os orçamentos de TI continuam limitados. A nova oferta da IBM ajuda empresas a aderir ao "ir verde" missão é produzir energia através de suas construções mais eficientes. A sustentabilidade do sistema de gestão da IBM pode coletar dados em tempo real a partir de diversos sistemas, como aquecimento, iluminação, elevadores, e o software pode sugerir ou automaticamente fazer ajustes para ter a máxima eficiência energética.Em meio a viabilidade desses projetos e até empresas estão se beneficiando da TI Verde, Infosys comemorou Dia do Meio Ambiente 2010 em toda seu Centros de Desenvolvimento na Índia através de atividades organizadas pela Infosys Verde conectando grupos de equipe e ECO. O lançamento do Infy Smartwatt Championship, uma competição que visa incentivar Infoscions e suas famílias a reduzir seu consumo de eletricidade durante os próximos seis meses foi outra iniciativa importante da Infosys. O Infy Smartwatt Campeonato foi desenvolvido com o objetivo de fortalecer a conscientização e ações na construção de estilos de vida sustentáveis, visando a influenciar a eficiência do lado da demanda do consumo de energia.Afinal as notícias são benvindas para os ambientalistas que, apesar dos sinais de recessão e mista do Congresso sobre a indústria de greening americano, algumas das maiores empresas dos EUA estão adotando um conceito revolucionário de sustentabilidade. Empresas indianas também estão na pista com nada menos do que uma competição entre si. TCS tem sido avaliado por um seu relatório de sustentabilidade da Global Reporting Initiative e HCL, uma das cinco maiores empresas de verde na Índia. Com a TI fraternidade brainstorming freqüentemente e trabalhando fervorosamente em computação verde, o governo também deve cuidar para que estas empresas dispõem de assessores, como benefícios fiscais, que será um impulso moral para eles.
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Novo Relatório do EPEAT liberado
Quando o registro se expandiu internacionalmente em agosto de 2009, ele incluiu 40 países da Europa, Ásia e Américas. Em dezembro daquele ano, havia cerca de 10.000 registros de produtos, e um total de 3.700 produtos de nível Gold, fora dos Estados Unidos.
Mudar o registro de nacional para internacional traz algumas problemas para o acompanhamento das estatísticas, porém: os 3700 produtos de nível Gold (O EPEAT faz ranking dos produtos em Gold, Silver e Bronze, com base em 51 parâmetros) incluem muitos produtos duplicados que são registrados em vários países. No entanto, o GEC conta com mais de 2000 produtos originais registrados em todo o mundo por cerca de 50 fabricantes.
E o crescimento da EPEAT continua em ritmo acelerado nos Estados Unidos: Vendas no mercado interno de desktops com certificação EPEAT, laptops e displaysgrew quase 10 por cento em 2009, mais de 48 milhões de vendas. Ao todo, EPEAT certificou 42 por cento do total das vendas de desktops e laptos dos Estados Unidos e quase 17 por cento a nível mundial.
Fonte: GreenBiz
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sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Por que a guerra pela licitação da 3PAR é uma grande notícia para TI verde
Wall Street está movimentada nesta semana durante a guerra de licitação que entrou em erupção entre a Dell e HP pela 3PAR. Um breve resumo: 3PAR esteve em leilão no mercado durante vários meses. A Dell e HP apresentaram propostas seladas e a3PAR aceitou proposta da Dell que oferecia uma oferta maior do que a HP. Dell e 3PAR, em seguida, entraram num período de negociações exclusivas que resultaram na Dell acordar em comprar a 3PAR a 18 dólares por ação, ou cerca de $ 1,15 bilhões, cerca de 5,6 vezes maior do que as vendas anuais da 3PAR, que são apenas US $ 204 milhões (3PAR nunca foi rentável). Para a Dell, adquirir 3PAR permitiria entrar no mercado de armazenamento corporativo com data center próprio, em vez de revender produtos EMC que ele faz agora. A Dell diz que iria continuar oferecendo a vender produtos da EMC juntamente com 3PAR, mesmo se a aquisição fosse aprovada.
Em seguida, ontem, HP ofereceu US $ 1,6 bilhão em dinheiro para 3PAR, representando um prémio de 33% maior que a oferta da Dell. Como a Dell, HP não vende seu próprio armazenamento de data center corporativo, em vez disso revendem sistemas oferecidos pela Hitachi Data Systems. HP, maior empresa de informática do mundo, com uma capitalização de mercado de mais de $ 90 bilhões, está usando seus recursos (HP tem cerca de US $ 15 bilhões em dinheiro) para garantir o crescimento além de sua linha atual de ofertas (aquisições recentes incluem 3Com, Palm e EDS) por licitação agressivas no caso da oferta pela 3PAR.
A3PAR é, na sua essência, uma empresa de TI verde. A empresa descreve-se como líder no utilitário de armazenamento, uma categoria de arrays de armazenamento altamente virtualizadas, dinamicamente hierárquico, multi-tenant construído para cloud computing público e privado. A 3PAR estima que desde 2007, ajudaram seus clientes a reduzir emissões de CO2 totalizando em mais de 70.000 toneladas o equivalente a remoção de 13.000 carros das estradas durante um ano inteiro. As tecnologias empregadas pela 3PAR, que permitem para a redução da empresa discos rígidos por até 75%, bem como programas de compensação de carbono, significa que o armazenamento da 3PAR é 100% de carbono neutro, um feito surpreendente.
Independente do vencedor nesta batalha de licitação, o vencedor real é a TI Verde.
Em seguida, ontem, HP ofereceu US $ 1,6 bilhão em dinheiro para 3PAR, representando um prémio de 33% maior que a oferta da Dell. Como a Dell, HP não vende seu próprio armazenamento de data center corporativo, em vez disso revendem sistemas oferecidos pela Hitachi Data Systems. HP, maior empresa de informática do mundo, com uma capitalização de mercado de mais de $ 90 bilhões, está usando seus recursos (HP tem cerca de US $ 15 bilhões em dinheiro) para garantir o crescimento além de sua linha atual de ofertas (aquisições recentes incluem 3Com, Palm e EDS) por licitação agressivas no caso da oferta pela 3PAR.
A3PAR é, na sua essência, uma empresa de TI verde. A empresa descreve-se como líder no utilitário de armazenamento, uma categoria de arrays de armazenamento altamente virtualizadas, dinamicamente hierárquico, multi-tenant construído para cloud computing público e privado. A 3PAR estima que desde 2007, ajudaram seus clientes a reduzir emissões de CO2 totalizando em mais de 70.000 toneladas o equivalente a remoção de 13.000 carros das estradas durante um ano inteiro. As tecnologias empregadas pela 3PAR, que permitem para a redução da empresa discos rígidos por até 75%, bem como programas de compensação de carbono, significa que o armazenamento da 3PAR é 100% de carbono neutro, um feito surpreendente.
Independente do vencedor nesta batalha de licitação, o vencedor real é a TI Verde.
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Greenpeace lança sua última campanha contra o Facebook
Por Matthew Wheeland
Publicado em 16 de Setembro de 2010
"As Redes Sociais" certamente não, mas o Greenpeace apresentou hoje a sua mais recente frente de batalha para incentivar o Facebook mudar suas fontes de energia baseada em carvão que alimentam seu data center.
Antes do esperado lançamento do longa-metragem que contará a história do Facebook, a Greenpeace montou sua própria sátira da história da empresa.
O vídeo, em www.greenpeace.org/coalfacebook, é uma animação de dois minutos mostrando como Zuckerberg criou o Facebook e como ele é alimentado por centrais eléctricas alimentadas a carvão. Mas o fundo de pano do vídeo é uma lista de quatro ações que o Greenpeace está pedindo ao Facebook para que este se torne o que o Greenpeace chama de "Líder de TI Legal"(em uma tradução literal):
1. Comprometer-se a parar de usar carvão poluentes,
2. Use seu poder de compra para escolher apenas fontes limpas e renováveis de energia eléctrica,
3. Defensor de fortes mudanças políticas climáticas e energéticas local, nacional e internacional para garantir que à medida que aumenta a demanda de energia no setor de TI, aumenta o fornecimento de energia renovável,
4. Compartilhar esta informação publicamente em seu site para que seus milhões de usuários saibam que a empresa é líder nas questões climáticas.
O Facebook desabilitou a incorporação do vídeo, mas clique na imagem abaixo para ver o vídeo no site da Greenpeace, ou você pode vê-lo aqui no YouTube - http://www.youtube.com/watch?v=QPty-ZLbJt0
Será que este filme fará diferença nos planos de energia do Facebook?
Fonte: http://www.greenbiz.com/blog/2010/09/16/greenpeace-launches-latest-anti-facebook-volley?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Greenbuzz+%28GreenBiz+Feed%29
Publicado em 16 de Setembro de 2010
"As Redes Sociais" certamente não, mas o Greenpeace apresentou hoje a sua mais recente frente de batalha para incentivar o Facebook mudar suas fontes de energia baseada em carvão que alimentam seu data center.
Antes do esperado lançamento do longa-metragem que contará a história do Facebook, a Greenpeace montou sua própria sátira da história da empresa.
O vídeo, em www.greenpeace.org/coalfacebook, é uma animação de dois minutos mostrando como Zuckerberg criou o Facebook e como ele é alimentado por centrais eléctricas alimentadas a carvão. Mas o fundo de pano do vídeo é uma lista de quatro ações que o Greenpeace está pedindo ao Facebook para que este se torne o que o Greenpeace chama de "Líder de TI Legal"(em uma tradução literal):
1. Comprometer-se a parar de usar carvão poluentes,
2. Use seu poder de compra para escolher apenas fontes limpas e renováveis de energia eléctrica,
3. Defensor de fortes mudanças políticas climáticas e energéticas local, nacional e internacional para garantir que à medida que aumenta a demanda de energia no setor de TI, aumenta o fornecimento de energia renovável,
4. Compartilhar esta informação publicamente em seu site para que seus milhões de usuários saibam que a empresa é líder nas questões climáticas.
O Facebook desabilitou a incorporação do vídeo, mas clique na imagem abaixo para ver o vídeo no site da Greenpeace, ou você pode vê-lo aqui no YouTube - http://www.youtube.com/watch?v=QPty-ZLbJt0
Será que este filme fará diferença nos planos de energia do Facebook?
Fonte: http://www.greenbiz.com/blog/2010/09/16/greenpeace-launches-latest-anti-facebook-volley?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Greenbuzz+%28GreenBiz+Feed%29
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Caixa Seguros reduz 60% de custos com virtualização
O projeto, implementado em etapas, já afetou 40% dos servidores físicos da seguradora.
Por Edileuza Soares, da Computerworld
06 de setembro de 2010 - 07h30
Redução de 30% no consumo de energia elétrica e uma economia de aproximadamente 60% dos custos com licenciamento de software. Estes foram alguns ganhos contabilizados pela Caixa Seguros – o quinto maior grupo segurador do Brasil –, com a implementação de um projeto de virtualização e de consolidação dos servidores.
A iniciativa envolveu quase metade dos equipamentos da companhia, que tem como sócios controladores o banco Caixa Econômica Federal e a seguradora francesa CNP Assurances.
Com mais de 40 anos de operação no mercado brasileiro e um faturamento de 5,7 bilhões de reais em 2009, a Caixa Seguros atende a uma base de 9 milhões de clientes. Um desafio constante da companhia, relata o gerente de infraestrutura, Lincoln Moreira Jorge Júnior, é garantir que o ambiente de TI seja flexível, ao mesmo tempo em que ofereça alta disponibilidade para o processamento das operações.
Além disso, a equipe de tecnologia trabalha com o desafio de reduzir custos e estar alinhada com uma política socioambiental do grupo. Fatores que, somados, levaram a empresa a avaliar novas tecnologias, como a virtualização.
Os primeiros testes com soluções para virtualizar servidores tiveram início há cerca de dois anos, conta o gerente. Na época, a companhia testou o uso da solução fornecida pela VMware em alguns dos servidores de desenvolvimento e de homologação. Após os testes iniciais, em 2009, a instituição optou pela expansão do projeto e analisou algumas ofertas do mercado, até decidir pela adoção da plataforma Hyper-V, da Microsoft. A escolha foi baseada no custo da solução e na compatibilidade com o parque instalado.
“Começamos por um ambiente menos robusto e estamos expandindo aos poucos”, conta Jorge Júnior. Ele explica que os primeiros testes, com um número restrito de servidores, permitiram analisar os benefícios da virtualização, mas sem comprometer a infraestrutura de TI da companhia.
A segunda etapa do projeto, implementada em março de 2010, ampliou a virtualização para todos os servidores de desenvolvimento, impressão, armazenamento de arquivos, web e aplicações. Com isso, 40% das máquinas que rodavam no centro de processamento da Caixa Seguros foram virtualizadas.
O gerente conta que, antes do projeto, o parque de TI da companhia contava 400 servidores físicos, que rodavam em ambientes distribuídos (Linux e Windows). “Atualmente, temos 300 equipamentos físicos e 160 máquinas virtuais”, afirma o executivo, que tem planos de expandir o modelo para 75% do ambiente.
A próxima etapa do projeto é levar a virtualização para os sistemas de backup da seguradora. “O ideal seria ter 100% do parque virtualizado, por conta dos benefícios que a tecnologia traz”, acredita o executivo. “Mas os servidores que rodam banco de dados e aplicações de missão crítica, como o caso do BI (business intelligence), devem ficar de fora”, pondera, ao justificar que esses sistemas exigem um processamento diferenciado.
Sobre os benefícios obtidos com a virtualização, Jorge Júnior detalha que a solução tem permitido que a Caixa Seguros amplie o volume de dados processados em seus sistemas, sem a necessidade de adquirir novos equipamentos. Além disso, com a consolidação das máquinas, a companhia conseguiu reduzir o espaço utilizado no data center.
Outro ganho direto veio com o corte dos custos com software. “A economia na compra das novas licenças será entre 50% a 60%”, avalia o executivo, ao citar os benefícios de ter um ambiente virtualizado. A centralização também facilitou a gestão do parque instalado, tornando a administração menos onerosa e reduzindo o tempo para atualizações.
O gerente acrescenta que a virtualização potencializou o uso dos recursos de hardware, com melhor aproveitamento da capacidade ociosa dos equipamentos, principalmente nos fechamentos financeiros mensais, quando a seguradora tem um aumento expressivo no volume de transações.
A Caixa Seguros não revela o valor de investimentos aplicado no projeto de virtualização, mas Jorge Júnior afirma que não foi difícil convencer o alto escalão da companhia. “A virtualização tem um forte apelo de redução de custos e dá retorno ao negócio”, informa o executivo. E ele não descarta a possibilidade de, no futuro, migrar para cloud computing (computação em nuvem). “Acho que a companhias brasileiras precisam amadurecer seus processos para adotar esse conceito”, conclui o gerente.
Por Edileuza Soares, da Computerworld
06 de setembro de 2010 - 07h30
Redução de 30% no consumo de energia elétrica e uma economia de aproximadamente 60% dos custos com licenciamento de software. Estes foram alguns ganhos contabilizados pela Caixa Seguros – o quinto maior grupo segurador do Brasil –, com a implementação de um projeto de virtualização e de consolidação dos servidores.
A iniciativa envolveu quase metade dos equipamentos da companhia, que tem como sócios controladores o banco Caixa Econômica Federal e a seguradora francesa CNP Assurances.
Com mais de 40 anos de operação no mercado brasileiro e um faturamento de 5,7 bilhões de reais em 2009, a Caixa Seguros atende a uma base de 9 milhões de clientes. Um desafio constante da companhia, relata o gerente de infraestrutura, Lincoln Moreira Jorge Júnior, é garantir que o ambiente de TI seja flexível, ao mesmo tempo em que ofereça alta disponibilidade para o processamento das operações.
Além disso, a equipe de tecnologia trabalha com o desafio de reduzir custos e estar alinhada com uma política socioambiental do grupo. Fatores que, somados, levaram a empresa a avaliar novas tecnologias, como a virtualização.
Os primeiros testes com soluções para virtualizar servidores tiveram início há cerca de dois anos, conta o gerente. Na época, a companhia testou o uso da solução fornecida pela VMware em alguns dos servidores de desenvolvimento e de homologação. Após os testes iniciais, em 2009, a instituição optou pela expansão do projeto e analisou algumas ofertas do mercado, até decidir pela adoção da plataforma Hyper-V, da Microsoft. A escolha foi baseada no custo da solução e na compatibilidade com o parque instalado.
“Começamos por um ambiente menos robusto e estamos expandindo aos poucos”, conta Jorge Júnior. Ele explica que os primeiros testes, com um número restrito de servidores, permitiram analisar os benefícios da virtualização, mas sem comprometer a infraestrutura de TI da companhia.
A segunda etapa do projeto, implementada em março de 2010, ampliou a virtualização para todos os servidores de desenvolvimento, impressão, armazenamento de arquivos, web e aplicações. Com isso, 40% das máquinas que rodavam no centro de processamento da Caixa Seguros foram virtualizadas.
O gerente conta que, antes do projeto, o parque de TI da companhia contava 400 servidores físicos, que rodavam em ambientes distribuídos (Linux e Windows). “Atualmente, temos 300 equipamentos físicos e 160 máquinas virtuais”, afirma o executivo, que tem planos de expandir o modelo para 75% do ambiente.
A próxima etapa do projeto é levar a virtualização para os sistemas de backup da seguradora. “O ideal seria ter 100% do parque virtualizado, por conta dos benefícios que a tecnologia traz”, acredita o executivo. “Mas os servidores que rodam banco de dados e aplicações de missão crítica, como o caso do BI (business intelligence), devem ficar de fora”, pondera, ao justificar que esses sistemas exigem um processamento diferenciado.
Sobre os benefícios obtidos com a virtualização, Jorge Júnior detalha que a solução tem permitido que a Caixa Seguros amplie o volume de dados processados em seus sistemas, sem a necessidade de adquirir novos equipamentos. Além disso, com a consolidação das máquinas, a companhia conseguiu reduzir o espaço utilizado no data center.
Outro ganho direto veio com o corte dos custos com software. “A economia na compra das novas licenças será entre 50% a 60%”, avalia o executivo, ao citar os benefícios de ter um ambiente virtualizado. A centralização também facilitou a gestão do parque instalado, tornando a administração menos onerosa e reduzindo o tempo para atualizações.
O gerente acrescenta que a virtualização potencializou o uso dos recursos de hardware, com melhor aproveitamento da capacidade ociosa dos equipamentos, principalmente nos fechamentos financeiros mensais, quando a seguradora tem um aumento expressivo no volume de transações.
A Caixa Seguros não revela o valor de investimentos aplicado no projeto de virtualização, mas Jorge Júnior afirma que não foi difícil convencer o alto escalão da companhia. “A virtualização tem um forte apelo de redução de custos e dá retorno ao negócio”, informa o executivo. E ele não descarta a possibilidade de, no futuro, migrar para cloud computing (computação em nuvem). “Acho que a companhias brasileiras precisam amadurecer seus processos para adotar esse conceito”, conclui o gerente.
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Lei do lixo aprovada pelo executivo prevê que empresas proporcionem destino adequado aos detritos eletrônicos
Nova política exigirá investimentos de pelo menos R$ 6,1 bilhões para a implantação e manutenção das iniciativas previstas no plano
Terça-feira, 03 de agosto de 2010 às 13h29
A nova lei nacional de reciclagem promete provocar mudanças significativas no comportamento da população e das empresas em relação ao lixo produzido no país. Sancionada nesta segunda-feira, 2/08, pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, a Política Nacional de Resíduos Sólidos obrigará as empresas produtoras a recolher os produtos descartados (incluindo o lixo eletrônico), proíbe os lixões, estabelece que as embalagens sejam fabricadas com materiais recicláveis e que a União, Estados e munícipios elaborem estratégias para o tratamento do lixo, com metas e programas de reciclagem.
De acordo com a Abetre (Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos), a nova lei proposta pelo Ministério do Meio Ambiente exigirá investimentos de pelo menos R$ 6,1 bilhões nos próximos quatro anos para a implantação e manutenção das iniciativas previstas no plano.
Discutida há 20 anos pelo Congresso Nacional antes de chegar ao Executivo, a lei ainda distingue os resíduos (lixo que pode ser reaproveitado ou reciclado) dos rejeitos (o que não é passível de reaproveitamento) e prevê a destinação adequada dos eletroeletrônicos como baterias de celulares, computadores, entre outros.
Fonte: Olhar Digital
Terça-feira, 03 de agosto de 2010 às 13h29
De acordo com a Abetre (Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos), a nova lei proposta pelo Ministério do Meio Ambiente exigirá investimentos de pelo menos R$ 6,1 bilhões nos próximos quatro anos para a implantação e manutenção das iniciativas previstas no plano.
Discutida há 20 anos pelo Congresso Nacional antes de chegar ao Executivo, a lei ainda distingue os resíduos (lixo que pode ser reaproveitado ou reciclado) dos rejeitos (o que não é passível de reaproveitamento) e prevê a destinação adequada dos eletroeletrônicos como baterias de celulares, computadores, entre outros.
Fonte: Olhar Digital
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segunda-feira, 26 de julho de 2010
ERP vira arma para gestão da emissão de carbono
Cidade norte-americana vai economizar mais de US$ 500 milhões, graças à adoção de 150 iniciativas verdes
CIO/EUA
Publicada em 23 de julho de 2010 às 08h00
Há três anos, a cidade de Palo Alto (Estados Unidos) resolveu reduzir as emissões de carbono em 5% até 2009 e em 15% até 2020. A saída encontrada foi distribuir uma planilha de redução de carbono para os diversos departamentos da prefeituras e deixou que os gestores elaborassem suas próprias ideias para cumprir o exigido.
Depois de uma série de discussões, os gestores perceberam que olhar apenas a conta mensal de energia elétrica não era suficiente. Foi quando o gerente de riscos energéticos de Palo Alto, Karl Van Orsdol, percebeu que o sistema de ERP da companhia tinha informações importantes sobre todo o consumo e as tendências energéticas do grupo. "Mas faltava uma recomendação de como poderíamos economizar", pontua Orsdol.
Assim, em 2009, a cidade implementou um sistema de gestão de energia elétrica da empresa californiana Hara e baseado no modelo de SaaS (software como serviço). A solução gera relatórios precisos e extrai dados detalhados, a partir dos registros no sistema de ERP, da SAP. O que resultou na criação de 150 projetos 'verdes' - voltados a reduzir a emissão de carbono - e uma economia que deve ultrapassar os 500 milhões de dólares em 2010.
Qualquer organização que tenha um sistema de ERP pode seguir o exemplo de Palo Alto. Por exemplo, quem administra uma frota de veículos, consegue verificar o consumo de combustível e quanto custa manter a frota abastecida.
No caso de Palo Alto, cada vez que um veículo da administração municipal abastece o tanque de combustível, essa operação gera uma entrada no SAP, que é capturada. Com base nesses registros, o departamento de polícia, por exemplo, descobriu que instalar ventiladores nos automóveis das equipes elimina a necessidade de manter o carro funcionando, para manter o ar condicionado, quando estacionado. Outras alternativas incluem a substituição de lâmpadas fluorescentes antigas e a renovação de determiandos equipamentos, como refrigeradores.
O CIO do município, Glen Loo, relata que uma das premissas do projeto foi investir o mínimo necessário e não consumir muito tempo das equipes de TI para aferição e análise das métricas geradas pelo sistema. Segundo ele, o modelo de SaaS atendeu a essas duas necessidades e só exigiu que os funcionários de Loo criassem uma interface para integrar os aplicativos Hara e o ERP. “Ter de capturar dados de uma sistema e passá-los para outro teria sido mais complicado”, afirma o CIO.
(Elana Varon)
CIO/EUA
Publicada em 23 de julho de 2010 às 08h00
Há três anos, a cidade de Palo Alto (Estados Unidos) resolveu reduzir as emissões de carbono em 5% até 2009 e em 15% até 2020. A saída encontrada foi distribuir uma planilha de redução de carbono para os diversos departamentos da prefeituras e deixou que os gestores elaborassem suas próprias ideias para cumprir o exigido.
Depois de uma série de discussões, os gestores perceberam que olhar apenas a conta mensal de energia elétrica não era suficiente. Foi quando o gerente de riscos energéticos de Palo Alto, Karl Van Orsdol, percebeu que o sistema de ERP da companhia tinha informações importantes sobre todo o consumo e as tendências energéticas do grupo. "Mas faltava uma recomendação de como poderíamos economizar", pontua Orsdol.
Assim, em 2009, a cidade implementou um sistema de gestão de energia elétrica da empresa californiana Hara e baseado no modelo de SaaS (software como serviço). A solução gera relatórios precisos e extrai dados detalhados, a partir dos registros no sistema de ERP, da SAP. O que resultou na criação de 150 projetos 'verdes' - voltados a reduzir a emissão de carbono - e uma economia que deve ultrapassar os 500 milhões de dólares em 2010.
Qualquer organização que tenha um sistema de ERP pode seguir o exemplo de Palo Alto. Por exemplo, quem administra uma frota de veículos, consegue verificar o consumo de combustível e quanto custa manter a frota abastecida.
No caso de Palo Alto, cada vez que um veículo da administração municipal abastece o tanque de combustível, essa operação gera uma entrada no SAP, que é capturada. Com base nesses registros, o departamento de polícia, por exemplo, descobriu que instalar ventiladores nos automóveis das equipes elimina a necessidade de manter o carro funcionando, para manter o ar condicionado, quando estacionado. Outras alternativas incluem a substituição de lâmpadas fluorescentes antigas e a renovação de determiandos equipamentos, como refrigeradores.
O CIO do município, Glen Loo, relata que uma das premissas do projeto foi investir o mínimo necessário e não consumir muito tempo das equipes de TI para aferição e análise das métricas geradas pelo sistema. Segundo ele, o modelo de SaaS atendeu a essas duas necessidades e só exigiu que os funcionários de Loo criassem uma interface para integrar os aplicativos Hara e o ERP. “Ter de capturar dados de uma sistema e passá-los para outro teria sido mais complicado”, afirma o CIO.
(Elana Varon)
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
Google fecha acordo para uso de energia eólica em data centers
O contrato, válido por 20 anos, prevê o fornecimento de 114 Megawatts a um preço fixo.
Por IDG News Service / San Francisco
20 de julho de 2010 - 17h37
Uma companhia que fornece energia eólica em Iowa, nos Estados Unidos, divulgou a assinatura de um contrato de 20 anos com a Google. O acordo, que passa a valer a partir de 30 de julho, tem como objetivo abastecer os data centers da companhia com uma energia considerada limpa, ou seja, com menos impacto para o meio ambiente.
“O acordo prevê o fornecimento de 114 Megawatts de energia eólica a um preço fixo”, afirma o vice-presidente sênior de operações Google, Urs Hoelzle.
De acordo com o executivo, com um preço predeterminado, a Google quer se proteger contra flutuações nos custos de energia. Ao mesmo tempo, ele ressalta que, em longo prazo, o contrato deve servir de estímulo para que outras companhias sigam o exemplo de sustentabilidade. “É mais um dos casos em que vestir a camisa verde é algo razoável”, diz Hoelzle, sem divulgar o total investido.
Em maio deste ano, a Google injetou quase 40 milhões de dólares em duas instalações de energia eólica localizadas no território da Dakota do Norte, e pertencentes à empresa NextEra Energy. O contrato firmado hoje (20/7) é com uma empresa ligada ao grupo NextEra.
A companhia afirma dominar o contingente de moinhos de vento, responsáveis pela transformação do movimento das pás em energia elétrica, nos Estados Unidos. Com 9 mil unidades em funcionamento, a empresa tem capacidade para gerar 9.6 mil megawatts.
“Ao optar pela compra dessa quantidade de energia por um prazo longo, damos à empresa de energia a certeza financeira de que ela precisa para expandir suas operações”, afirma Hoelzle no blog da Google. “A dificuldade de geradores de energia renovável em obter financiamentos é um dos empecilhos na expansão dessa tecnologia renovável”, finaliza.
Hoelzle também dá a entender que utilizar essa alternativa energética não foi algo simples. Segundo ele, o governo mantém regras rígidas no controle sobre o comércio de energia.
A compra foi realizada por meio da subsidiária Google Energy. Estabelecida em dezembro e autorizada pelo governo norte-americana, a empresa está apta a participar do comércio atacadista de energia elétrica. Contudo, a Google não pode usar a energia comprada sem antes disponibilizá-la ao mercado local.
Grupos de internet como a Google, o Facebook e a Yahoo! têm sido alvo constante de críticas de ambientalistas, principalmente do Greenpeace.
Por IDG News Service / San Francisco
20 de julho de 2010 - 17h37
Uma companhia que fornece energia eólica em Iowa, nos Estados Unidos, divulgou a assinatura de um contrato de 20 anos com a Google. O acordo, que passa a valer a partir de 30 de julho, tem como objetivo abastecer os data centers da companhia com uma energia considerada limpa, ou seja, com menos impacto para o meio ambiente.
“O acordo prevê o fornecimento de 114 Megawatts de energia eólica a um preço fixo”, afirma o vice-presidente sênior de operações Google, Urs Hoelzle.
De acordo com o executivo, com um preço predeterminado, a Google quer se proteger contra flutuações nos custos de energia. Ao mesmo tempo, ele ressalta que, em longo prazo, o contrato deve servir de estímulo para que outras companhias sigam o exemplo de sustentabilidade. “É mais um dos casos em que vestir a camisa verde é algo razoável”, diz Hoelzle, sem divulgar o total investido.
Em maio deste ano, a Google injetou quase 40 milhões de dólares em duas instalações de energia eólica localizadas no território da Dakota do Norte, e pertencentes à empresa NextEra Energy. O contrato firmado hoje (20/7) é com uma empresa ligada ao grupo NextEra.
A companhia afirma dominar o contingente de moinhos de vento, responsáveis pela transformação do movimento das pás em energia elétrica, nos Estados Unidos. Com 9 mil unidades em funcionamento, a empresa tem capacidade para gerar 9.6 mil megawatts.
“Ao optar pela compra dessa quantidade de energia por um prazo longo, damos à empresa de energia a certeza financeira de que ela precisa para expandir suas operações”, afirma Hoelzle no blog da Google. “A dificuldade de geradores de energia renovável em obter financiamentos é um dos empecilhos na expansão dessa tecnologia renovável”, finaliza.
Hoelzle também dá a entender que utilizar essa alternativa energética não foi algo simples. Segundo ele, o governo mantém regras rígidas no controle sobre o comércio de energia.
A compra foi realizada por meio da subsidiária Google Energy. Estabelecida em dezembro e autorizada pelo governo norte-americana, a empresa está apta a participar do comércio atacadista de energia elétrica. Contudo, a Google não pode usar a energia comprada sem antes disponibilizá-la ao mercado local.
Grupos de internet como a Google, o Facebook e a Yahoo! têm sido alvo constante de críticas de ambientalistas, principalmente do Greenpeace.
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