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terça-feira, 27 de novembro de 2012

The Story of Stuff (with Annie Leonard)


quinta-feira, 24 de março de 2011

Quais são as 10 principais estratégias de TI Verde?

10 Principais Soluções de TI Verde

  1. Virtualização
  2. Otimização de Data Center
  3. Gerenciamento de Energia
  4. Des-duplicaçao de dados
  5. Gerenciamento de disperdício eletrônico
  6. Cloud Computing
  7. Gerenciamento de Contabilização de carbono
  8. Teleconferencia
  9. Telecommute/Telework
  10. Soluções para eliminação de papel e gerenciamento de documentos


Eu poderia estar aqui todos os dias discutingo fornecedores, mas eu não vou cair nesse “buraco de coelho”, apenas vou dizer para você lustrar suas habilidades de Vmware e todas as demais habilidades que estão relacionadas. Para cada dolar que a VMware vende, são $15 dólares de necessidades especiais que são requeridos.. Eu sou pessoalmente a favpr do uso de VMware.


Soluções de TI Verde Extras:
11. Impressão Verde (http://www.reducetoner.com/)
12. Software Cholesterol


TI Verde é um modismo de marketing? Sim e não!

Em 2009, quando eu iniciei as práticas de TI Verde para a EcomNets, eu estava otimista de que todas as empresas iriam adotar as 10 principais estratégias de TI Verde imediatamente. Depois de não conseguir nenhum negócio visível, me dei conta que eu era um consumidor experimental. Naquela época, ninguém sabia que havia uma brecha para atravessar, na verdade eu tive que explicar para os profissionais de TI que TI Verde era muito mais do que estar na internet. Era, na verdade, a eficiência energética computacional de desktops à data centers, de hardware para software, de software para gerenciamento do desperdício na manufatura.

Muitas organizações recentemente adotaram TI Verde ou TI Sustentável apenas para ter essa prática disponível com interesse financeiro apenas. Poucos iniciaram suas práticas como estratégia porque eles realmente acreditam nela. O problema dessa idéia de adicionar mais um alinha de produto, é que você pode perder a essência de movimento sem educação. Seus valores estão alinhados com o Movimento Verde? Ou você apenas quer cumprir o que diz a lei? Eu ajudei a criar diversos padrões. Nós adotamos uma abordagem tipo Sarbanes-Oxley para determinar como podemos avaliar o ambiente de TI em termos de sustentabilidade.


É imprescindível a Liderança em Sustentabilidade!

Pensamos que conversando com novos diretores de Sustentabilidade seria tudo o que deveriamos fazer. Com relação ao Data Center queríamos falar com o CIO e a operação da planta, apenas para descrobrir que eles não possuem boa interação. Logo aprendemos que a alta gerência precisa liderar os esforços de sustentabilidade. Eles precisam exigir que as areas de operação, TI e sustentabilidade trabalhem juntos.

Felizmente, no governo federal, o president Barak Obama criou uma nova Ordem Executiva #13415, para direcionar o governo a ser mais verde. Na area corporative o Wal-Mart lidera através de seu índice de sustentabilidade. A mare está mudando.






TI Verde é lucrativa!

Por alguma razão, o negócio assumiu que TI Verde seria caro como construções Verdes, o que é longe de ser verdade. Muitas estratégias de TI Verde normalmente reduzem o uso de energia em 50% ou mais com um ROI de 3 a 6 meses. Com esses resultados provocativos, eu novamente acredito que as empresas iriam buscar essas estratégias. De alguma maneira temos que juntar os orçamentos e avaliações de desempenho para esse problema.

Infelizmente, temos sido condicionados a comprar computadores maiores, mais robustos e mais rápidos. Não temos essa necessidade porque não podemos físicamente manter essa velocidade nos computadores atuais. Se não acredita em mim, pare de usar apps em seu iPhone. Acabei de assistir "Battlefield:Los Angeles" em meu iPhone. Sábado, eu detectei os radars da polícia no meu caminho de volta para casa através do meu iPhone. Eu tenho 14GB no meu iPhone, que eu não vou usar completamente. Menos significa mais. Em teoria, a economia permitiria ao grupo de TI investor em outras iniciativas estratégicas.

Imagine ser capaz de cortar 50% de energia ou mais com diferentes estratégias. Imagine consolidar servidores no data center em 66% e usar servidores de reposição para soluções de recuperação e desastre. Não apenas reduzo o uso de energia e espaço, mas também economizei uma quantia significativa de dinheiro. Além do mais, eu posso controlar o fluxo de ar no meu data center em corredores frios e quentes. Posso utilizar técnicas de ventilação. Se puder fazer o CIO endender como a eletricidade está conectada no orçamento do data center, eu não precisaria ter que defender tanto as virtudes da TI Verde.

Para os profissionais de TI que desprezam o gerenciamento de energia para PCs, e Impressão Verde, você NÃO pode simplesmente ignorar uma solução tão simples e de baixo custo. Gerenciamento de energia no desktop sozinho pode permitir uma economia de até 40% do uso de energia. Impressão Verde até 70% do uso do toner sem perder a qualidade da impressão. Estas soluções estão disponíveis ao nosso alcance no valor de $25 a $75 dólares por desktop, e rodam como simples agentes em nossos sistemas com capacidades robustas de gerenciamento. Fácil de instalar, e não impacta outras operações de TI.

Estas estratégias são os frutos mais baixos. Se você nãol tem o orçamento or força para consolidar seu data center, comece pequeno. É uma maratona, não uma corrida. Você ainda obterá resultados positivos e um ROI dentro de 3 a 6 meses, de alguma maneira.


Terell Jones
Director of Infrastructure
EcomNets, Inc.
http://www.ecomnets.com/
http://www.wesavepower.org/
http://www.greenitcouncil.org/
http://www.greeniteconomicsummit.org/
Follow me on twitter: http://twitter.com/TheGreenITguy

Tradução: Luciano Ferrari

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Brasil chefia projeto da Kimberly-Clark

Carolina Pereira (cpereira@brasileconomico.com.br)
26/01/11 12:26

Luciano Ferrari é o brasileiro que está à frente das iniciativas mais sustentáveis no departamento de tecnologia da Kimberly-Clark no mundo.

O profissional foi escolhido pelo engajamento com o assunto e pela implementação de soluções simples e eficazes no país.

Quais foram as mudanças implementadas no Brasil e quais os resultados?

Aqui, em 2010, conseguimos reduzir em 13,4% a quantidade de quilowatts gastos por hora nos PCs da companhia com a implementação de um aplicativo que faz o computador entrar em modo "dormir" depois de certo tempo sem uso.

Também reduzimos em 30% a quantidade de papéis gastos com impressão usando somente impressoras configuradas para imprimir nos dois lados.

Também reduzimos em 16% a quantidade de servidores utilizados com o uso da virtualização. Agora estamos implementando as práticas no resto do mundo.

Quais são os próximos passos?

Estamos estudando uma política global de trabalho remoto uma ou duas vezes por semana. Além disso, este ano os funcionários poderão fazer videoconferências de seus próprios PCs, sem precisar utilizar a sala própria para isso. O objetivo é reduzir o número de viagens.

Como é calculado o impacto ambiental da área de TI?

Estamos desenvolvendo uma calculadora de emissão de carbono do departamento para saber os equipamentos mais afetados. É diferente em cada país por depender da fonte de energia. Fica pronta em abril.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Asus lidera lista de Produtos de TI Verde da Greenpeace

Por Wheeland Mateus
Publicado em janeiro 7, 2011


LAS VEGAS, NV - Com CES assumindo um brilho cada vez mais verde, é apropriado que Greenepeace tenha publicado os resultados de seu terceiro levantamento anual de fabricantes de aparelhos eletrônicos durante evento desta semana.

Em sete categorias de eletrônicos, a Asus levou com dois produtos o topo da pilha, bem como o produto de maior pontuação pesquisado, o monitor Asus VW-247H-HF.

Entre as outras categorias, a Asus também levou com o computador portátil mais ecológico, enquanto a HP pode se orgulhar do desktop mais verde a Acer conseguiu o notebook mais verde. Samsung Blue Earth celular levou essa categoria, a Sony Ericsson fez o smartphone mais verde, e Sharp ganhou o primeiro prémio na categoria televisão.

Greenpeace notou três principais tendências do relatório deste ano:

Reduções significativas na utilização de produtos químicos perigosos. Mais produtos que isentos de PVC e BFR. O uso de ftalatos, assim como o berílio e antimônio e seus compostos associados, estão sendo eliminados em cada categoria de produto. Embora a pesquisa anterior mostrou que o uso de isenções RoHS poderiam ser drasticamente reduzidos, ainda temos de ver esse progresso no setor.

padrões de eficiência energética Superior. Quase todos os produtos atendem ou excedem os padrões Energy Star atual estabelecida pela EPA dos EUA. empresas Electronics parecem colocar mais esforço na melhoria da eficiência energética dos seus produtos ao invés de avaliar muito bem (e reduzir) a "energia incorporada" - isto é, a energia gasta durante a produção de cada produto.

responsabilidade do ciclo de vida do produto deve melhorar. gerenciamento do ciclo de vida ainda é o ponto mais fraco de produtos eletrônicos, com muito pouco uso de plástico reciclado, uma variedade de práticas de tomar de volta (geralmente melhora) e esforços de marketing pouco para evitar a rápida obsolescência dos produtos.
"Nossa pesquisa mostra que os fabricantes de eletrônicos têm feito progresso considerável ao longo dos poucos anos passados na produção de produtos que são livres dos piores produtos químicos tóxicos, energeticamente mais eficientes e mais facilmente levado de volta para a reutilização e reciclagem", Renee Blanchard, tóxicos ativista do Greenpeace, explicou em uma entrevista com o V3 . "Este relatório permite que a indústria para fazer o que ele faz melhor, competir por uma nova perspectiva e inovar nas políticas ambientais."

Greenpeace classificou produtos baseados em seu desempenho em quatro áreas: o uso de produtos químicos perigosos, o consumo de energia, vida útil do produto, inovação e marketing.

Embora o relatório não cite os progressos feitos em muitas frentes, as empresas ainda estão aquém em duas áreas-chave da gestão em fim de vida: a reciclagem do produto e desenvolvimento de produtos para durar mais tempo.

Além disso, algumas empresas voltaram informação limitada, ou mesmo nenhum: Apple e Philips não conseguiu devolver as pesquisas para o Greenpeace.

O relatório completo, " Rumo Eletrônicos Verdes ", está disponível para download a partir GreenBiz.com.

Read more: http://www.greenbiz.com/news/2011/01/07/asus-sits-atop-green-it-product-survey-greenpeace?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+GreenerComputing+%28GreenBiz.com+%7C+Computing%29#ixzz1AdfgLO3M

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Lexmark e HP adotam reciclagem para impulsionar negócios

SÃO PAULO - Fabricantes de impressoras, como a HP e Lexmark, reforçam conceito de sustentabilidade e reciclagem de seus produtos no processo de fabricação.

A norte-americana HP conta com produtos que são fabricados com até 50% de plástico reciclado. No caso dos cartuchos, a taxa de material reutilizado chega a 70%.

Para a também multinacional norte-americana Lexmark, a reciclagem mundialmente chega a cerca de 50% do total de toners produzidos pela empresa. De acordo com o diretor-geral da Lexmark, Carlos Bretos, mais de 90% do peso de cada cartucho de toner é reciclado e transformados em novas matérias primas, sendo dividido em plástico (37%), alumínio (4%), metal ferroso (33%) e papel corrugado para embalagem (26%).

Segundo ele, a estratégia mundial da companhia é de agregar tecnologia para que os produtos passem a ter mais funções, além da impressão convencional. "Nosso negócio para o público corporativo representa 50% da nossa receita, por isso fazemos constantes investimentos para aprimorar nossa atuação", afirma Bretos.

A Lexmark, que atingiu mais de US$ 1 bilhão de receita no terceiro trimestre do ano passado, aposta em crescer duas vezes acima do mercado em 2011. Para isso, a empresa ainda analisa a possibilidade de exportar os produtos fabricados no Brasil para toda a América Latina.

No Brasil, a Lexmark tem uma parceria com a Oxil, empresa especializada no gerenciamento ambiental e no desenvolvimento de tecnologia de descaracterização de produtos, o que garante a segurança e evita os riscos da exposição negativa de marcas.

"Todo ano, investimos milhões de dólares com objetivo de encontrar soluções para melhorar não só a funcionalidade dos nossos produtos, mas também seus atributos ambientais. "Estamos sempre selecionando materiais que são recicláveis, reduzindo o número de partes e componentes, limitando a variedade de materiais usados e de fácil desmontagem", explica o executivo da Lexmark.

Reduzir, reutilizar e reciclar são verbos conjugados à exaustão pela HP Brasil há tempos, afirma a empresa. Segundo ela, a estes deve-se acrescentar um quarto "erre": repensar, em referência aos processos de produção, de forma que se tornem mais eficientes e tenham menor impacto sobre o meio ambiente. "Como líder mundial, queremos reforçar o compromisso com a sustentabilidade, além de lançar produtos inovadores", afirmou o vice-presidente do grupo de Imagem e Impressão da HP, Fernando Lewis.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Google comemora um 2010 muito verde

Com o fim de 2010 algumas histórias de TI Verde se destacam, assim como do Google. O Google pode ser criticado por seu segredo e não ser completamente transparente sobre o seu data center (por exemplo, quantos existem, ou onde eles estão localizados), mas é fora de controvérsia que o Google é um gigante em TI Verde, tendo investido mais dinheiro em tecnologia de TI Verde que qualquer outra empresa no mundo. Apesar de não se verificar de forma independente, não tenho nenhuma razão para duvidar da afirmação do Google que a empresa opera o mais eficientes data center do mundo.

Em seu blog oficial na semana passada, o Google sumarizou alguns dos destaques verdes de 2010:
•Google tornou-se certificada como um atacadista de energia, permitindo evitar ter de comprar energia de empresas de utilidade pública para comprar energia renovável diretamente dos produtores.
•Google usou essa autoridade para comprar 20 anos de energia eólica renovável a partir de um parque eólico de Iowa, um parque eólico que o Google também teve participação. O contrato de compra garante um nível de preços para a energia eólica que permitirá que o parque eólico para sustentar as operações, independentemente da quantidade de carvão barato ou caro se torna.
•O Google adicionou recursos para a ofertas de seus produtos, como o Google Earth Engine que os mapas e imagens de satélite científico da degradação ambiental e adicionando a divulgação de carbono para o Google Finance .
•Google investiu US $ 100 milhões (ou mais) diretamente em mega projetos de energia renovável, incluindo usinas eólicas maciças em Dakota do Norte e do Atlântico ao largo da costa do túnel de vento de transmissão que permitirá que o vento off-shore para atingir a energia pesada na costa leste.
Todo esse investimento em tecnologia limpa é secundária para a história principal, no entanto, que é o grau de eficiência de data center do Google se tornaram centros de energia. O número exato ainda é um segredo (o Google só diz que tem "dezenas" de todo o mundo), mas a empresa alega a centros de dados são tão eficientes que a energia consumida em um agregado familiar típico EUA em um mês é o equivalente a 3,1 milhões do Google pesquisas. A empresa está fortemente focada na minimização de resfriamento evaporativo em centros de dados e diz que a média ponderada sobrecarga de energia em todos os Google centros de dados é de 19% contra 96% média relatada pela EPA. A média Power Usage Effectiveness ( PUE ) dos centros de dados do Google é de 1.18, no "estado da arte" da categoria pela EPA. Um data center do Google tem um PUE rating 1,13 incrível, em um ponto de mergulho de 1,10 (o que significa que todas as perdas elétricas e de refrigeração sobrecarga combinado utilizado apenas 10% da carga de TI).

TI Verde tem tido um ano incerto e desafiador em 2010. Apesar do fracasso espetacular de uma legislação internacional e nacional, para captura de carbono, empresas como a Google não mostram interesse em declínio seu compromisso com a TI Verde. Em 2011 amanhece, é esse compromisso que vai manter o impulso para TI Verde em um movimento para a frente.


Por Lau T. em 29 de dezembro de 2010 20:43

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Carregador universal de celular chega este ano

Monica Campi, de INFO Online
Segunda-feira, 03 de janeiro de 2011 - 12h04

SÃO PAULO – Após assinarem um acordo em 2009, 14 das maiores fabricantes de celulares em todo o mundo enviaram detalhes sobre o uso de um carregador universal para a Comissão Europeia, informou o jornal britânico The Telegraph.


As especificações técnicas são baseadas em um conector micro-USB para ser utilizado já pelos novos smartphones fabricados por empresas como Apple, Samsung, RIM e Nokia.
Inicialmente esta regra para os carregadores universais vale para a Europa e os mesmos serão compatíveis com todos os aparelhos que utilizarem o padrão, independente do fabricante.


A porta micro-USB já está se tornando comum entre as fabricantes, incluindo algumas que não estão entre as 14. E a Comissão antecipou que os primeiros dispositivos a surgirem com este padrão de acessório poderão aparecer em meados de 2011.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Chineses à Procura de Trabalho em TI Verde

Por Wheeland Mateus
Publicado em 21 dezembro de 2010


Um artigo publicado na semana passada na revista The Economist olha para uma faceta diferente do mercado de trabalho chinêws: números de afluência da China de aspirantes a funcionários públicos. Um boom no número de matrículas da faculdade deixou de empregos para trabalhadores qualificados escassos, recém graduados estão se voltando para o estado em busca de estabilidade - mesmo que a remuneração não seja alta. Partir do artigo:

Em julho, quase 28% dos formandos deste ano não tinha conseguido encontrar trabalho. Muitos deles estão decepcionados com seus salários. Um estudo recente do Cai Fang, um economista, constatou que os salários médios para quem sai da faculdade praticamente não mudou entre 2003 e 2008. Eles são hoje comparável ao constante aumento dos salários dos trabalhadores migrantes sem instrução.

Neste ambiente, os empregos públicos se tornam ainda mais atraente. O salário não é grande, mas é compensado pela segurança no emprego e benefícios de bem-estar.
O que é interessante sobre este pequeno artigo não é o quão íngreme é a concorrência para estes postos de trabalho - há uma razão de 64:1 de pretensos candidatos aos empregos disponíveis - mas a função mais procurada é "a conservação de energia e analista de equipamentos de tecnologia  ". Esta posição recebeu 5.000 candidatos!

Teste foto CC-licenciada pela Casey Serin .

Mateus Wheeland é o editor-gerente da GreenBiz.com. Ele tem um longo histórico de jornalismo ambiental e novas mídias, e é um graduado da UC Santa Cruz e da UC Berkeley Graduate School of Journalism.

Read more: http://www.greenbiz.com/blog/2010/12/21/chinese-job-seekers-flock-green-it-positions?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+GreenerComputing+%28GreenBiz.com+%7C+Computing%29#ixzz19V4mCR1o

Tradução: Luciano Ferrari

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

THE GREEN GRID APRESENTA NOVAS MÉTRICAS DE SUSTENTABILIDADE PARA DATA CENTER

As novas métricas ajudam a determinar a eficácia de Carbono, Uso da Água em data centers

Portland, OR - 2 de dezembro de 2010 - The Green Grid, líder do setor de TI para promover a eficiência energética em data centers e ecossistemas de computação empresarial, anunciou hoje a criação de duas novas métricas para ajudar a melhorar a sustentabilidade das instalações do centro de dados através da medição a eficácia do uso de carbono e água ligada especificamente à infra-estrutura de energia que contêm.
As novas métricas, chamadas Carbon Usage Effectiveness (CUE) e o Water Usage Effectiveness (WUE), estão se unindo à metrica Power Usage Effectiveness (PUE. Todos são projetados para ajudar a TI, instalações, organizações e sustentabilidade em todo o globo otimizar seus data centers.
PUE ajuda os gestores a determinar a eficiência dos equipamentos de TI em seus data centers, comparando a quantidade total de energia consumida pela instalação data centers para a quantidade total de energia consumida pelos equipamentos de TI dentro dela. PUE foi recentemente criada e recomendada para determinar a eficiência energética em instalações dedicadas data center.
CUE irá ajudar os gerentes a determinar a quantidade de emissões de gases de efeito estufa gerados no trabalho de entrega dos equipamentos de TI em um centro de dados. Da mesma forma, a EUA vai ajudar os gerentes a determinar a quantidade de água utilizada pelo estabelecimento, bem como o montante utilizado para entregar o trabalho a partir de operações de TI.
Um documento que define a nova métrica CUE, incluindo os métodos de cálculo, podem ser encontradas no site do Green Grid. Materiais relacionados à WUE será disponibilizado no primeiro trimestre de 2011.
"Nossos membros acreditam firmemente que os decisores políticos a necessidade de ferramentas adequadas para projetar, construir e operar seus centros de dados de uma forma sustentável como plano de informática aumentou, rede e armazenamento de demandas", disse Jack Pouchet, a Emerson Network Power e representante Membro do Conselho do The Green Grid. "Métricas CUE e EUA são passos significativos no sentido de ajudar os operadores de data center medir a eficácia do carbono e do uso da água nos seus centros de dados. Usando um conjunto de métricas de som como PUE, CUE, e EUA levarão a uma melhor gestão dos recursos naturais, e pode, potencialmente, reduzir o consumo. "
PUE, CUE e EUA será debatida quando técnicos do Green Grid Forum 2011, em março, e organizações interessadas podem se tornar ativos no The Green Grid, tornando-se membros. The Green Grid congratula-se com a participação ativa de membros da organização e da indústria em geral sobre estes temas, de acordo com seus esforços para incentivar a colaboração do setor em todo o mundo em projetos estratégicos e táticos para melhorar a eficiência do data center.
Inscrições abertas para o Fórum Green Grid Técnico 2011
As inscrições para The Green Grid Fórum Técnico 2011 abre aos membros e não membros hoje, eo evento será realizado em 01-02 março em Santa Clara, CA. A participação é aberta aos membros do The Green Grid em 01 de março, e depois abre para o público ea mídia em 2 de março. Os tópicos incluirão conteúdo técnico e de formação nas áreas de eficiência energética e sustentabilidade, incluindo PUE, CUE e métricas WUE.
"O conteúdo excelente que nós desenvolvemos para o fórum técnico, este ano vai falar com um vasto leque de participantes, particularmente aqueles com responsabilidades relacionadas a TI, a sustentabilidade corporativa e as operações comerciais", disse Larry Vertal, diretor executivo do The Green Grid. "Fórum anual do Green Grid técnica continua a ser um local líder mundial para as organizações a encontrar informações práticas e relevantes para melhorar suas operações e linha de fundo."
Sobre o The Green Grid
The Green Grid é um consórcio global de empresas, agências governamentais e instituições de ensino dedicada ao avanço da eficiência energética nos centros de dados e ecossistemas de computação empresarial. The Green Grid não endossa produtos específicos do fornecedor ou soluções, e ao invés visa fornecer recomendações de toda a indústria sobre as melhores práticas, métricas e tecnologias que melhorem a eficiência energética global de dados central. A associação é aberta a organizações interessadas em dados de eficiência operacional no Centro de Contribuinte, geral ou o nível de membro associado. Informações adicionais estão disponíveis em http://www.thegreengrid.org/.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

MacBook Air um excelente avanço para a Sustentabilidade

por Nino Marchetti, 23 de outubro de 2010

A Apple na semana passada revelou um ultrafino e ultraleve Macbook Air, que é francamente uma das lindas e laptops mais finos que vimos até agora. O que torna ainda muito mais atraente para os aficcionados em computação verde é que a Apple faz um grande esforço para fazer o Macbook Air , talvez, o computador portátil mais ecológico do mercado no momento (apesar de computação verde, em geral, ainda ter um longo caminho a percorrer ).

De uma perspectiva verde, o MacBook Air é classificação Ouro da EPEAT e 5.0 na classificação da Energy Star, o que significa que é muito eficiente .. Cada estrutura monobloco, diz a a Apple, é feito de alumínio reciclável e vem com eficiência energética com retroiluminação LED, mostrando que são livres de mercúrio e feita com vidro sem arsénico. O MacBook Air também não contém retardadores de chama bromados e PVC.
Do lado da tecnologia a mais notável característica do MacBook Air é a falta de um disco rígido interno, que ainda é uma coisa muito rara nos notebooks de hoje. Ele faz uso de flash drives de estado sólido - semelhante à do que está em um iPad - que têm um número de vantagens sobre os discos rígidos, incluindo rápidos tempos de carga de dados e um peso muito menor. As dimensões do MacBook Air pesando são impressionantes com 2,3 quilos e medindo apenas 0,11 cm no seu ponto mais fino e 0,68 polegadas na parte mais grossa.

A bateria pode chegar até a sete horas de duração da bateria e até 30 dias em standby. Disponibilidade do MacBook Air é agora. Quanto preços e configurações vão, a Apple disse que "a 1.4 GHz de 11 polegadas do MacBook Air com 2 GB de memória e 64GB de armazenamento flash começa com um preço sugerido de 999 dólares (EUA) com um modelo de 128GB por US $ 1.199 (EUA). A 1.86 GHz de 13 polegadas do MacBook Air com 2 GB de memória e 128GB de armazenamento flash começa com um preço sugerido de 1299 dólares (EUA) com um modelo de 256 GB para 1.599 dólares (EUA). "

"O MacBook Air é o primeiro de uma nova geração de notebooks que deixa para trás o armazenamento mecânico rotativo, em favor do estado de armazenamento flash sólida", disse Steve Jobs, CEO da Apple, em um comunicado. "Nós levamos o que aprendemos com o estado sólido de armazenamento IPAD, instant-on, standby Bateria tempo surpreendente, miniaturização e construção leve, para criar o novo MacBook Air. Com a sua incrível capacidade de resposta e de mobilidade, que vai mudar a maneira como pensamos sobre os notebooks ".

Fonte: Earth Techling
Tradução: Luciano Ferrari

terça-feira, 19 de outubro de 2010

HP reforça suas credenciais "verdes"

Grupo de imagens da HP tem procurado utilizar a GITEX TECHNOLOGY WEEK para destacar os benefícios do uso de cartuchos de impressora genuínos, e intesifica suas campanhas de TI verde e anti-falsificação.

A HP, recentemente fez o lançamento regional de seu programa Planet Partners, que visa sensibilizar para as questões de computação verdes e incentiva o público a reciclar utilizados produtos de TI.

A empresa já fechou acordos com várias empresas e órgãos governamentais, incluindo o município de Dubai. "Nós sentimos que é muito importante para ser visto a assumir a liderança nesta área", diz Susanne Heis, vice-presidente e gerente geral da HP Imaging and Printing Group no Médio Oriente, Mediterrâneo e África.

"Entretanto, nosso programa Planet Partners é apenas uma parte da nossa estratégia verde", continua ela.

"Utilizamos materiais reciclados em nossas impressoras, tanto quanto podemos.

"Nós também queremos destacar que a nossa campanha contra cartuchos falsificados não é apenas sobre como proteger o nosso negócio - que seria uma mentira dizer que esse não é o objetivo - mas a realidade é que os danos relacionados a falsificação de cartuchos não afeta apenas nós e o consumidor, mas também o ambiente ", continua Heis.

"Trata-se de garantir que nossos clientes continuem a tirar o melhor proveito da sua impressora.

"Uma das características que nós estamos olhando para trazer é a capacidade de informar aos clientes quando eles não estão usando um cartucho HP oficial - especialmente quando ela é falsa e que foi informado pelo vendedor que é genuíno", Heis continua .

Fonte: ITP.Net
Tradução: Luciano Ferrari

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Muitas empresas desconhecem os benefícios da TI verde

Embora muitas tecnologias de computação novas e emergentes diminuem seu impacto sobre o meio ambiente - para não mencionar o seu impacto sobre os orçamentos - muitas empresas estão desconhecem os benefícios econômicos e ambientais das práticas de computação verde.

De acordo com uma recente pesquisa realizada pela revista Computing and Corporate Finance Cobalt, alguns fornecedores tinham diminuído em suas operações no ano passado, apesar de um acentuado interesse e continuada dos 220 gestores de TI entrevistados.

". Vendedores realmente parecem ter se desiludido com o aspecto" verde "de TI Apesar de alguns compradores têm integrado os aspectos verde em seus processos de contratação, ou seja, os fornecedores devem responder com soluções verdes, muitos não estão vendo a 'cenoura' - que é o benefício a eles de se concentrar em TI verde ", segundo Chris Williams, sócio da Cobalt. "O consumidor não é apenas oferecer recompensas significativas o suficiente."

No entanto, muitas iniciativas verdes poupam dinheiro às empresas, além de diminuir o seu impacto sobre o meio ambiente, levando à conclusão de que o interesse dos vendedores em tecnologias verdes pode retornar nos próximos meses.

Além disso, os 80 fornecedores entrevistados expressaram um interesse contínuo na computação em nuvem como uma solução de TI, com mais de 50 por cento de usá-lo de alguma forma. No entanto, os gerentes de TI entrevistados foram mais hesitante quando chegou a utilizar a tecnologia ubíqua, embora Williams disse que isso pode ser temporário.

"Esta é uma área que pode mudar rapidamente. - Se preocupações com a segurança são atenuados e aumentar as pressões orçamentais com a recessão, então a computação em nuvem pode ver uma melhora na aceitação entre os gerentes de TI"

Escrito por Jason Morton

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Por que a guerra pela licitação da 3PAR é uma grande notícia para TI verde

Wall Street está movimentada nesta semana durante a guerra de licitação que entrou em erupção entre a Dell e HP pela 3PAR. Um breve resumo: 3PAR esteve em leilão no mercado durante vários meses. A Dell e HP apresentaram propostas seladas e a3PAR aceitou proposta da Dell que oferecia uma oferta maior do que a HP. Dell e 3PAR, em seguida, entraram num período de negociações exclusivas que resultaram na Dell acordar em comprar a 3PAR a 18 dólares por ação, ou cerca de $ 1,15 bilhões, cerca de 5,6 vezes maior do que as vendas anuais da 3PAR, que são apenas US $ 204 milhões (3PAR nunca foi rentável). Para a Dell, adquirir 3PAR permitiria entrar no mercado de armazenamento corporativo com data center próprio, em vez de revender produtos EMC que ele faz agora. A Dell diz que iria continuar oferecendo a vender produtos da EMC juntamente com 3PAR, mesmo se a aquisição fosse aprovada.
Em seguida, ontem, HP ofereceu US $ 1,6 bilhão em dinheiro para 3PAR, representando um prémio de 33% maior que a oferta da Dell. Como a Dell, HP não vende seu próprio armazenamento de data center corporativo, em vez disso revendem sistemas oferecidos pela Hitachi Data Systems. HP, maior empresa de informática do mundo, com uma capitalização de mercado de mais de $ 90 bilhões, está usando seus recursos (HP tem cerca de US $ 15 bilhões em dinheiro) para garantir o crescimento além de sua linha atual de ofertas (aquisições recentes incluem 3Com, Palm e EDS) por licitação agressivas no caso da oferta pela 3PAR.

A3PAR é, na sua essência, uma empresa de TI verde. A empresa descreve-se como líder no utilitário de armazenamento, uma categoria de arrays de armazenamento altamente virtualizadas, dinamicamente hierárquico, multi-tenant construído para cloud computing público e privado. A 3PAR estima que desde 2007, ajudaram seus clientes a reduzir emissões de CO2 totalizando em mais de 70.000 toneladas o equivalente a remoção de 13.000 carros das estradas durante um ano inteiro. As tecnologias empregadas pela 3PAR, que permitem para a redução da empresa discos rígidos por até 75%, bem como programas de compensação de carbono, significa que o armazenamento da 3PAR é 100% de carbono neutro, um feito surpreendente.

Independente do vencedor nesta batalha de licitação, o vencedor real é a TI Verde.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Greenpeace lança sua última campanha contra o Facebook

Por Matthew Wheeland
Publicado em 16 de Setembro de 2010

"As Redes Sociais" certamente não, mas o Greenpeace apresentou hoje a sua mais recente frente de batalha para incentivar o Facebook mudar suas fontes de energia baseada em carvão que alimentam seu data center.

Antes do esperado lançamento do longa-metragem que contará a história do Facebook, a Greenpeace montou sua própria sátira da história da empresa.

O vídeo, em www.greenpeace.org/coalfacebook, é uma animação de dois minutos mostrando como Zuckerberg criou o Facebook e como ele é alimentado por centrais eléctricas alimentadas a carvão. Mas o fundo de pano do vídeo é uma lista de quatro ações que o Greenpeace está pedindo ao Facebook para que este se torne o que o Greenpeace chama de "Líder de TI Legal"(em uma tradução literal):

1. Comprometer-se a parar de usar carvão poluentes,
2. Use seu poder de compra para escolher apenas fontes limpas e renováveis de energia eléctrica,
3. Defensor de fortes mudanças políticas climáticas e energéticas local, nacional e internacional para garantir que à medida que aumenta a demanda de energia no setor de TI, aumenta o fornecimento de energia renovável,
4. Compartilhar esta informação publicamente em seu site para que seus milhões de usuários saibam que a empresa é líder nas questões climáticas.

O Facebook desabilitou a incorporação do vídeo, mas clique na imagem abaixo para ver o vídeo no site da Greenpeace, ou você pode vê-lo aqui no YouTube - http://www.youtube.com/watch?v=QPty-ZLbJt0

Será que este filme fará diferença nos planos de energia do Facebook?

Fonte: http://www.greenbiz.com/blog/2010/09/16/greenpeace-launches-latest-anti-facebook-volley?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Greenbuzz+%28GreenBiz+Feed%29

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Caixa Seguros reduz 60% de custos com virtualização

O projeto, implementado em etapas, já afetou 40% dos servidores físicos da seguradora.

Por Edileuza Soares, da Computerworld
06 de setembro de 2010 - 07h30


Redução de 30% no consumo de energia elétrica e uma economia de aproximadamente 60% dos custos com licenciamento de software. Estes foram alguns ganhos contabilizados pela Caixa Seguros – o quinto maior grupo segurador do Brasil –, com a implementação de um projeto de virtualização e de consolidação dos servidores.

A iniciativa envolveu quase metade dos equipamentos da companhia, que tem como sócios controladores o banco Caixa Econômica Federal e a seguradora francesa CNP Assurances.

Com mais de 40 anos de operação no mercado brasileiro e um faturamento de 5,7 bilhões de reais em 2009, a Caixa Seguros atende a uma base de 9 milhões de clientes. Um desafio constante da companhia, relata o gerente de infraestrutura, Lincoln Moreira Jorge Júnior, é garantir que o ambiente de TI seja flexível, ao mesmo tempo em que ofereça alta disponibilidade para o processamento das operações.

Além disso, a equipe de tecnologia trabalha com o desafio de reduzir custos e estar alinhada com uma política socioambiental do grupo. Fatores que, somados, levaram a empresa a avaliar novas tecnologias, como a virtualização.

Os primeiros testes com soluções para virtualizar servidores tiveram início há cerca de dois anos, conta o gerente. Na época, a companhia testou o uso da solução fornecida pela VMware em alguns dos servidores de desenvolvimento e de homologação. Após os testes iniciais, em 2009, a instituição optou pela expansão do projeto e analisou algumas ofertas do mercado, até decidir pela adoção da plataforma Hyper-V, da Microsoft. A escolha foi baseada no custo da solução e na compatibilidade com o parque instalado.

“Começamos por um ambiente menos robusto e estamos expandindo aos poucos”, conta Jorge Júnior. Ele explica que os primeiros testes, com um número restrito de servidores, permitiram analisar os benefícios da virtualização, mas sem comprometer a infraestrutura de TI da companhia.

A segunda etapa do projeto, implementada em março de 2010, ampliou a virtualização para todos os servidores de desenvolvimento, impressão, armazenamento de arquivos, web e aplicações. Com isso, 40% das máquinas que rodavam no centro de processamento da Caixa Seguros foram virtualizadas.

O gerente conta que, antes do projeto, o parque de TI da companhia contava 400 servidores físicos, que rodavam em ambientes distribuídos (Linux e Windows). “Atualmente, temos 300 equipamentos físicos e 160 máquinas virtuais”, afirma o executivo, que tem planos de expandir o modelo para 75% do ambiente.

A próxima etapa do projeto é levar a virtualização para os sistemas de backup da seguradora. “O ideal seria ter 100% do parque virtualizado, por conta dos benefícios que a tecnologia traz”, acredita o executivo. “Mas os servidores que rodam banco de dados e aplicações de missão crítica, como o caso do BI (business intelligence), devem ficar de fora”, pondera, ao justificar que esses sistemas exigem um processamento diferenciado.

Sobre os benefícios obtidos com a virtualização, Jorge Júnior detalha que a solução tem permitido que a Caixa Seguros amplie o volume de dados processados em seus sistemas, sem a necessidade de adquirir novos equipamentos. Além disso, com a consolidação das máquinas, a companhia conseguiu reduzir o espaço utilizado no data center.

Outro ganho direto veio com o corte dos custos com software. “A economia na compra das novas licenças será entre 50% a 60%”, avalia o executivo, ao citar os benefícios de ter um ambiente virtualizado. A centralização também facilitou a gestão do parque instalado, tornando a administração menos onerosa e reduzindo o tempo para atualizações.

O gerente acrescenta que a virtualização potencializou o uso dos recursos de hardware, com melhor aproveitamento da capacidade ociosa dos equipamentos, principalmente nos fechamentos financeiros mensais, quando a seguradora tem um aumento expressivo no volume de transações.

A Caixa Seguros não revela o valor de investimentos aplicado no projeto de virtualização, mas Jorge Júnior afirma que não foi difícil convencer o alto escalão da companhia. “A virtualização tem um forte apelo de redução de custos e dá retorno ao negócio”, informa o executivo. E ele não descarta a possibilidade de, no futuro, migrar para cloud computing (computação em nuvem). “Acho que a companhias brasileiras precisam amadurecer seus processos para adotar esse conceito”, conclui o gerente.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Lei do lixo aprovada pelo executivo prevê que empresas proporcionem destino adequado aos detritos eletrônicos

Nova política exigirá investimentos de pelo menos R$ 6,1 bilhões para a implantação e manutenção das iniciativas previstas no plano

Terça-feira, 03 de agosto de 2010 às 13h29


A nova lei nacional de reciclagem promete provocar mudanças significativas no comportamento da população e das empresas em relação ao lixo produzido no país. Sancionada nesta segunda-feira, 2/08, pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, a Política Nacional de Resíduos Sólidos obrigará as empresas produtoras a recolher os produtos descartados (incluindo o lixo eletrônico), proíbe os lixões, estabelece que as embalagens sejam fabricadas com materiais recicláveis e que a União, Estados e munícipios elaborem estratégias para o tratamento do lixo, com metas e programas de reciclagem.

De acordo com a Abetre (Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos), a nova lei proposta pelo Ministério do Meio Ambiente exigirá investimentos de pelo menos R$ 6,1 bilhões nos próximos quatro anos para a implantação e manutenção das iniciativas previstas no plano.

Discutida há 20 anos pelo Congresso Nacional antes de chegar ao Executivo, a lei ainda distingue os resíduos (lixo que pode ser reaproveitado ou reciclado) dos rejeitos (o que não é passível de reaproveitamento) e prevê a destinação adequada dos eletroeletrônicos como baterias de celulares, computadores, entre outros.

Fonte: Olhar Digital

segunda-feira, 26 de julho de 2010

ERP vira arma para gestão da emissão de carbono

Cidade norte-americana vai economizar mais de US$ 500 milhões, graças à adoção de 150 iniciativas verdes

CIO/EUA
Publicada em 23 de julho de 2010 às 08h00

Há três anos, a cidade de Palo Alto (Estados Unidos) resolveu reduzir as emissões de carbono em 5% até 2009 e em 15% até 2020. A saída encontrada foi distribuir uma planilha de redução de carbono para os diversos departamentos da prefeituras e deixou que os gestores elaborassem suas próprias ideias para cumprir o exigido.

Depois de uma série de discussões, os gestores perceberam que olhar apenas a conta mensal de energia elétrica não era suficiente. Foi quando o gerente de riscos energéticos de Palo Alto, Karl Van Orsdol, percebeu que o sistema de ERP da companhia tinha informações importantes sobre todo o consumo e as tendências energéticas do grupo. "Mas faltava uma recomendação de como poderíamos economizar", pontua Orsdol.

Assim, em 2009, a cidade implementou um sistema de gestão de energia elétrica da empresa californiana Hara e baseado no modelo de SaaS (software como serviço). A solução gera relatórios precisos e extrai dados detalhados, a partir dos registros no sistema de ERP, da SAP. O que resultou na criação de 150 projetos 'verdes' - voltados a reduzir a emissão de carbono - e uma economia que deve ultrapassar os 500 milhões de dólares em 2010.

Qualquer organização que tenha um sistema de ERP pode seguir o exemplo de Palo Alto. Por exemplo, quem administra uma frota de veículos, consegue verificar o consumo de combustível e quanto custa manter a frota abastecida.

No caso de Palo Alto, cada vez que um veículo da administração municipal abastece o tanque de combustível, essa operação gera uma entrada no SAP, que é capturada. Com base nesses registros, o departamento de polícia, por exemplo, descobriu que instalar ventiladores nos automóveis das equipes elimina a necessidade de manter o carro funcionando, para manter o ar condicionado, quando estacionado. Outras alternativas incluem a substituição de lâmpadas fluorescentes antigas e a renovação de determiandos equipamentos, como refrigeradores.

O CIO do município, Glen Loo, relata que uma das premissas do projeto foi investir o mínimo necessário e não consumir muito tempo das equipes de TI para aferição e análise das métricas geradas pelo sistema. Segundo ele, o modelo de SaaS atendeu a essas duas necessidades e só exigiu que os funcionários de Loo criassem uma interface para integrar os aplicativos Hara e o ERP. “Ter de capturar dados de uma sistema e passá-los para outro teria sido mais complicado”, afirma o CIO.

(Elana Varon)

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Google fecha acordo para uso de energia eólica em data centers

O contrato, válido por 20 anos, prevê o fornecimento de 114 Megawatts a um preço fixo.

Por IDG News Service / San Francisco
20 de julho de 2010 - 17h37

Uma companhia que fornece energia eólica em Iowa, nos Estados Unidos, divulgou a assinatura de um contrato de 20 anos com a Google. O acordo, que passa a valer a partir de 30 de julho, tem como objetivo abastecer os data centers da companhia com uma energia considerada limpa, ou seja, com menos impacto para o meio ambiente.

“O acordo prevê o fornecimento de 114 Megawatts de energia eólica a um preço fixo”, afirma o vice-presidente sênior de operações Google, Urs Hoelzle.

De acordo com o executivo, com um preço predeterminado, a Google quer se proteger contra flutuações nos custos de energia. Ao mesmo tempo, ele ressalta que, em longo prazo, o contrato deve servir de estímulo para que outras companhias sigam o exemplo de sustentabilidade. “É mais um dos casos em que vestir a camisa verde é algo razoável”, diz Hoelzle, sem divulgar o total investido.

Em maio deste ano, a Google injetou quase 40 milhões de dólares em duas instalações de energia eólica localizadas no território da Dakota do Norte, e pertencentes à empresa NextEra Energy. O contrato firmado hoje (20/7) é com uma empresa ligada ao grupo NextEra.

A companhia afirma dominar o contingente de moinhos de vento, responsáveis pela transformação do movimento das pás em energia elétrica, nos Estados Unidos. Com 9 mil unidades em funcionamento, a empresa tem capacidade para gerar 9.6 mil megawatts.

“Ao optar pela compra dessa quantidade de energia por um prazo longo, damos à empresa de energia a certeza financeira de que ela precisa para expandir suas operações”, afirma Hoelzle no blog da Google. “A dificuldade de geradores de energia renovável em obter financiamentos é um dos empecilhos na expansão dessa tecnologia renovável”, finaliza.

Hoelzle também dá a entender que utilizar essa alternativa energética não foi algo simples. Segundo ele, o governo mantém regras rígidas no controle sobre o comércio de energia.

A compra foi realizada por meio da subsidiária Google Energy. Estabelecida em dezembro e autorizada pelo governo norte-americana, a empresa está apta a participar do comércio atacadista de energia elétrica. Contudo, a Google não pode usar a energia comprada sem antes disponibilizá-la ao mercado local.

Grupos de internet como a Google, o Facebook e a Yahoo! têm sido alvo constante de críticas de ambientalistas, principalmente do Greenpeace.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Matéria na Revista TI Digital

No mês de março, Maurício Gouvêa foi entrevistado pela Flávia Freire, Diretora de redação da Revista TI Digital (http://www.revistatidigital.com.br/) sobre o tema TI Verde, que seria tratado na edição de maio da revista. A matéria foi publicada e está aqui. O resultado ficou bastante interessante, expondo bem o viés estratégico que Maurício sempre quis dar ao tema. Junto a outros profissionais que também deram depoimentos, a matéria saiu do lugar comum ao propor uma nova visão sobre o assunto. Parabéns à redação da revista.

Maurício Gouvêa é Engenheiro Eletrônico graduado pelo CEFET-RJ, com pós-graduação em Gerência de Redes pelo NCE/UFRJ. PMP, também com certificações em ITIL Foundation e MSCO (Módulo Security Solutions). Atualmente cursando mestrado em Tecnologia no CEFET-RJ, com foco em Sustentabilidade em Governança de TI e Gerenciamento de Projetos. Gerente de Projetos e Consultor de TI com atuação nos setores público e privado.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Primeiro data center do País com selo Tier III abre em agosto

Empreendimento será inaugurado em Belo Horizonte (MG) pela Ativas que investiu US$ 50 milhões no projeto e espera conquistar 300 clientes de grande porte em cinco anos com serviços diferenciados. A previsão de faturamento anual para 2014 é de R$ 200 milhões.

Por Edileuza Soares, da Computerworld
09 de julho de 2010 - 07h05

Para atender o aquecimento da demanda pelos serviços de terceirização de TI, entra em operação em agosto no Brasil um novo data center, baseado em padrões modernos. O empreendimento, que recebeu um investimento inicial de 50 milhões de dólares, vai funcionar fora do eixo Rio/São Paulo, com instalações em Belo Horizonte. Controlado pela Ativas, o centro de processamento vai concorrer com empresas como IBM, Tivit, Diveo e HP.

O negócio marca a entrada no mercado de TI do grupo Asamar, com vários negócios no País, entre os quais a rede de postos de combustíveis Ale. A empresa decidiu investir nessa área, atraída principalmente pelo potencial de crescimento do modelo de cloud computing no Brasil. Para disputar as oportunidades, a companhia planeja aplicar nos próximos cinco anos mais 70 milhões de dólares para ampliação da infraestrutura.

Parte desses recursos deverá ser dividida com o novo sócio da Ativas, que é a Cemig Telecom, que anunciou na semana entrada no negócio com participação de 49% e fez um aporte inicial de 6,7 milhões de reais. O data center começa a operação com seis clientes, sendo que entre os quais estão a Unimed de Belo Horizonte e a Taesa, que opera com transmissão de energia em Minas. A expectativa da companhia é elevar esse número para 300 contas em cinco anos e chegar em 2014 com faturamento de 200 milhões de reais.

Como diferencial para enfrentar a concorrência e atingir essas metas, o novo centro de processamento de dados já nasce com o selo Tier III, concedido pelo Uptime Institute, entidade internacional especializada em homologação de data centers de grande porte. A Ativas foi a primeira empresa da América do Sul a obter a certificação, que atesta que sua infraestrutura está preparada para funcionar 99,98% do tempo durante os 365 dias do ano.

“Essa certificação garante que nossos clientes terão segurança e continuidade de seus negócios. O máximo que poderemos ficar fora do ar em um ano é menos de duas horas”, afirma o CEO da Ativas, Alexandre Siffert. O projeto do data center foi concebido para funcionar com redundância duplicada em toda infraestrutura.

Segundo o executivo, o projeto de pesquisa levou ano com visita a data centers modelos no mercado internacional, como os da HP, IBM e Dell. O objetivo era construímos no Brasil um ambiente de alta disponibilidade, baseado nas melhores práticas validadas pelo Uptime Institute.

Pela sua complexidade, o novo espaço é considerado um data center de nova geração, que Siffert chama de versão 3.0. “Outros no País afirmam que estão em conformidade com a certificação Tier III, mas nenhum foi projetado, seguindo desde a construção todos os requisitos d o Uptime”.

O data center já nasce com infraestrutura pronta para ser totalmente virtualizada. Siffert destaca que um dos benefícios de operar com esse modelo será a facilidade e rapidez para provisionar serviços para os clientes. O gerenciamento também será menos custoso, o que segundo ele, poderá ser mais agressivo no mercado.

Oferta de serviços
O data center da Ativas promete entregar infraestrutura de TI com modelo diferenciado aos clientes, oferecendo acordo de nível serviço (SLA) também para as aplicações, sem entrar na estratégia do negócio. O plano da empresa é fazer diagnósticos para identificar como determinado aplicação impacta no negócio da empresa, quando os equipamentos precisam de atualização ou param por algum motivo.

O CEO da Ativas dá como exemplo a avaliação do processamento de um sistema de gestão empresarial (ERP) de uma indústria ou o prontuário eletrônico de um hospital que são vital para a operação e que se pararem vão afetar o negócio. “Vamos gerar informações importantes da gestão de TI para CIO. Ele vai poder falar com o CFO sobre como negócio será impactado pela infraestutura e não mais que precisa de memória para o servidor”.

Construído em um terreno de 30 mil metros quadrados e ocupando área útil de 6 mil metros quadrados na região metropolitana de Belo Horizonte, o novo data center quer levar suas ofertas para outros mercados, além de Minas. No primeiro ano vai se concentrar na região Sudeste, que responde por cerca de 60% dos contratos de serviços de TI no Brasil. Depois planeja ter operação nacional.