SÃO PAULO - Fabricantes de impressoras, como a HP e Lexmark, reforçam conceito de sustentabilidade e reciclagem de seus produtos no processo de fabricação.
A norte-americana HP conta com produtos que são fabricados com até 50% de plástico reciclado. No caso dos cartuchos, a taxa de material reutilizado chega a 70%.
Para a também multinacional norte-americana Lexmark, a reciclagem mundialmente chega a cerca de 50% do total de toners produzidos pela empresa. De acordo com o diretor-geral da Lexmark, Carlos Bretos, mais de 90% do peso de cada cartucho de toner é reciclado e transformados em novas matérias primas, sendo dividido em plástico (37%), alumínio (4%), metal ferroso (33%) e papel corrugado para embalagem (26%).
Segundo ele, a estratégia mundial da companhia é de agregar tecnologia para que os produtos passem a ter mais funções, além da impressão convencional. "Nosso negócio para o público corporativo representa 50% da nossa receita, por isso fazemos constantes investimentos para aprimorar nossa atuação", afirma Bretos.
A Lexmark, que atingiu mais de US$ 1 bilhão de receita no terceiro trimestre do ano passado, aposta em crescer duas vezes acima do mercado em 2011. Para isso, a empresa ainda analisa a possibilidade de exportar os produtos fabricados no Brasil para toda a América Latina.
No Brasil, a Lexmark tem uma parceria com a Oxil, empresa especializada no gerenciamento ambiental e no desenvolvimento de tecnologia de descaracterização de produtos, o que garante a segurança e evita os riscos da exposição negativa de marcas.
"Todo ano, investimos milhões de dólares com objetivo de encontrar soluções para melhorar não só a funcionalidade dos nossos produtos, mas também seus atributos ambientais. "Estamos sempre selecionando materiais que são recicláveis, reduzindo o número de partes e componentes, limitando a variedade de materiais usados e de fácil desmontagem", explica o executivo da Lexmark.
Reduzir, reutilizar e reciclar são verbos conjugados à exaustão pela HP Brasil há tempos, afirma a empresa. Segundo ela, a estes deve-se acrescentar um quarto "erre": repensar, em referência aos processos de produção, de forma que se tornem mais eficientes e tenham menor impacto sobre o meio ambiente. "Como líder mundial, queremos reforçar o compromisso com a sustentabilidade, além de lançar produtos inovadores", afirmou o vice-presidente do grupo de Imagem e Impressão da HP, Fernando Lewis.
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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Lei do lixo aprovada pelo executivo prevê que empresas proporcionem destino adequado aos detritos eletrônicos
Nova política exigirá investimentos de pelo menos R$ 6,1 bilhões para a implantação e manutenção das iniciativas previstas no plano
Terça-feira, 03 de agosto de 2010 às 13h29
A nova lei nacional de reciclagem promete provocar mudanças significativas no comportamento da população e das empresas em relação ao lixo produzido no país. Sancionada nesta segunda-feira, 2/08, pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, a Política Nacional de Resíduos Sólidos obrigará as empresas produtoras a recolher os produtos descartados (incluindo o lixo eletrônico), proíbe os lixões, estabelece que as embalagens sejam fabricadas com materiais recicláveis e que a União, Estados e munícipios elaborem estratégias para o tratamento do lixo, com metas e programas de reciclagem.
De acordo com a Abetre (Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos), a nova lei proposta pelo Ministério do Meio Ambiente exigirá investimentos de pelo menos R$ 6,1 bilhões nos próximos quatro anos para a implantação e manutenção das iniciativas previstas no plano.
Discutida há 20 anos pelo Congresso Nacional antes de chegar ao Executivo, a lei ainda distingue os resíduos (lixo que pode ser reaproveitado ou reciclado) dos rejeitos (o que não é passível de reaproveitamento) e prevê a destinação adequada dos eletroeletrônicos como baterias de celulares, computadores, entre outros.
Fonte: Olhar Digital
Terça-feira, 03 de agosto de 2010 às 13h29
De acordo com a Abetre (Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos), a nova lei proposta pelo Ministério do Meio Ambiente exigirá investimentos de pelo menos R$ 6,1 bilhões nos próximos quatro anos para a implantação e manutenção das iniciativas previstas no plano.
Discutida há 20 anos pelo Congresso Nacional antes de chegar ao Executivo, a lei ainda distingue os resíduos (lixo que pode ser reaproveitado ou reciclado) dos rejeitos (o que não é passível de reaproveitamento) e prevê a destinação adequada dos eletroeletrônicos como baterias de celulares, computadores, entre outros.
Fonte: Olhar Digital
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