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terça-feira, 27 de novembro de 2012

The Story of Stuff (with Annie Leonard)


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Crescimento de Energia Elétrica em Datacenters é Lento, Contrariando Previsões

O consumo de electricidade dos datacenters em 2010 foi significativamente abaixo das previsões, de acordo com novas pesquisas por um professor da Universidade de Stanford.

Em pesquisa realizada para o New York Times, o professor e consultor de sustentabilidade Jonathan Koomey descobriu que o crescimento do consumo de electricidade em datacenters abrandou consideravelmente de 2005 a 2010. Nesse período, a eletricidade usada por datacenters nos EUA aumentou em cerca de 36 por cento, em vez de dobrar conforme vem ocorrendo desde 2000 a 2005. Em um relatório de 2007 ao Congresso, a Agência de Proteção Ambiental previu que o uso de energia nos datacenters nos EUA iria dobrar novamente entre 2005 e 2010.

O consumo de electricidade dos datacenters em todo o mundo, que dobrou de 2000 a 2005, aumentou em 56 por cento de 2005 a 2010.

Koomey descobriu que o crescimento mais lento foi devido ao menor número de servidores que está sendo instalado do que a EPA tinha previsto, em parte por causa da recessão global, e também por causa das tecnologias energeticamente eficientes, tais como a virtualização de servidores.

Ele relata que a eletricidade usada em datacenters globais em 2010 provavelmente representaram entre 1,1 e 1,5 por cento do uso total de electricidade. Para os EUA esse número era entre 1,7 e 2,2 por cento, diz Koomey.

Koomey nota que o Google representa menos de um por cento da eletricidade de datacenters usados no mundo todo. Esse cálculo vem de dados da empresa para consumo de eletricidade em datacenters, que Koomey diz são inéditos, já o Google jamais os tinha revelado antes.

Fonte: Environmmental Leader: http://www.environmentalleader.com/2011/08/03/data-center-energy-growth-slows-defying-predictions/
Tradução: Luciano Ferrari

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Empresas de tecnologia dominam o ranking de Empresas Verdes

Newsweek divulgou recentemente um ranking das Melhores Empresas Verde nos EUA e no mundo. O objetivo do Ranking Verde é "cortar as conversas verde e quantificar a real pegada ambiental, políticas e reputação" das grandes empresas.

Os rankings são baseados em um Índice verde, variando de 1 (mais baixo) a 100 (melhor). A pontuação tem três componentes: Índice de Impacto Ambiental (45%), Green Pontuação Políticas (45%), e Reputação Pontuação Inquérito (10%). Mais de 700 indicadores, incluindo as emissões de nove gases de efeito estufa, uso da água, eliminação de resíduos sólidos e emissões que contribuem para a chuva ácida ea poluição atmosférica, estão incluídas no Índice de Impacto Ambiental. O Green pontuação Políticas baseia-se em 70 indicadores individuais, incluindo as alterações climáticas e políticas de desempenho, políticas de poluição e de desempenho, o impacto do produto, gestão ambiental e gestão das questões ambientais. Finalmente, a reputação da pontuação entrevistou quase 15.000 usuários validados para classificar as empresas de "retardatários" para "líder" no desempenho ambiental, compromisso e comunicação.

A grande surpresa aqui é que 7 dos 10 maiores empresas de os EUA estão todas relacionadas com o setor de tecnologia e um lugar de destaque em TI Verde esforços e iniciativas. São Yahoo! (# 9), fornecedor de semicondutores Applied Materials (# 8), a Adobe Systems (# 7), Intel (# 5), IBM (# 3), HP (# 2) e Dell (# 1). Lembre-se, estas são classificações para todas as empresas dos EUA, em todos os setores e indústrias. É simplesmente notável que o Top 10 é dominado por gigantes de TI Verde.

Indo para o ranking revela alguns dos motivos destas empresas saiu por cima. Yahoo! dados cente verder, especialmente as novas instalações da em Lockport, recebeu menção especial por 40% menos energia que consome e 95% menos água do que os centros de dados convencionais. Adobe é proprietária e opera em quatro edifícios certificados LEED Platina. Intel laços remuneração de empregados para atingir as metas verde, e é a maior compradora de energia verde entre os EUA grandes empresas (cerca de metade da electricidade é produzida é de energias renováveis). A IBM reduziu seu consumo de energia em 5 kWh bilhões de 1990-2000, e está rolando um Sistema de Gestão da Sustentabilidade para ajudar os clientes a operar edifícios com maior eficiência. A HP é a primeira empresa de tecnologia para relatar gases de efeito estufa associadas à sua cadeia de abastecimento. Por último, a Dell está a caminho de alcançar uma redução das emissões de 40% em 2015, e usa-pós-consumo de plástico reciclado para construir novos computadores. É também um líder em fim de vida de reciclagem de seus produtos.

Algumas omissões surpreendente, no entanto. Algumas das empresas que fazem Green IT possível, como o VMware, são notavelmente baixo na lista (VMware está rankeado # 220 no Top 500). Ainda mais surpreendente é o Google, que vem em # 36 na lista Top 500. A empresa tem feito avanços impressionantes na verdade remodelando a indústria de alimentação e está lançando as bases para uma experiência de computação de carbono neutro do mundo inteiro. Dada a metodologia empregada pelo ranking, talvez Newsweek deve considerar a inclusão de uma pontuação que mede o impacto que uma empresa tem sobre outras empresas em seus esforços para ir verde como uma métrica. Estes são sofismas, no entanto. Globalmente, é fantástico ver o Green IT ricamente reconhecido em um alto perfil ranking como este.

Por Lau T. em outubro 27, 2010 03:00

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Empresas dizem "Sim" à TI Verde

Por VP Renjith, SiliconIndia
Segunda-feira, 11 de outubro de 2010, 17:44 Hrs

 
Bangalore: TI Verde ou Computação Verde parece ser a palavra-chave para a nova mudança de paradigma nas empresas de TI em nível mundial. Este ano, muitas empresas tem colocado os seus melhores esforços para promover o verde e contribuir para as iniciativas globais verdes para abordar as preocupações com relação ao aquecimento global.

Foi interessante ver muitas empresas chegando com conceitos atraentes para TI verde após o Dia Mundial do Meio Ambiente em 5 de junho. A Dell havia se comprometido a tornar a empresa mais verde do planeta. Ela lançou o Dell Go Green Challenge de sensibilização e envolvimento da comunidade em iniciativas verdes em Portugal. Ela também se comprometeu a eliminar o PVC e retardadores de chama bromados de todos os produtos recém despachados até o final de 2011, e já enviou vários produtos com teores reduzidos de PVC/BFR. O Greenpeaces Guide to Greener Electronics recentemente nomeou a Wipro como a empresa número um em questões verdes. A Wipro tem sido fundamental para a utilização de plástico reciclado e colocar um bom desempenho no critério de química. Além disso, a empresa lançou recentemente a linha greenware de desktops que não sãoo apenas 100 por cento recicláveis, mas também livre de toxinas. A linha greenware tem uma quota de 13 por cento da produção da empresa de hardware no total.
E uma espreitada no mercado global nos mostra que é nas empresas de TI no Vale do Silício que estão todos os cérebros para a iniciativa verde, que em um longo prazo garantirá benefícios para a indústria e os consumidores. Práticas de TI Verde, como virtualização de data center, design melhor do data center e layout, gerenciamento de ativos e ciclo de vida, o que reduz a necessidade de capex, estão se tornando cada vez mais importante como os orçamentos de TI continuam limitados. A nova oferta da IBM ajuda empresas a aderir ao "ir verde" missão é produzir energia através de suas construções mais eficientes. A sustentabilidade do sistema de gestão da IBM pode coletar dados em tempo real a partir de diversos sistemas, como aquecimento, iluminação, elevadores, e o software pode sugerir ou automaticamente fazer ajustes para ter a máxima eficiência energética.Em meio a viabilidade desses projetos e até empresas estão se beneficiando da TI Verde, Infosys comemorou Dia do Meio Ambiente 2010 em toda seu Centros de Desenvolvimento na Índia através de atividades organizadas pela Infosys Verde conectando grupos de equipe e ECO. O lançamento do Infy Smartwatt Championship, uma competição que visa incentivar Infoscions e suas famílias a reduzir seu consumo de eletricidade durante os próximos seis meses foi outra iniciativa importante da Infosys. O Infy Smartwatt Campeonato foi desenvolvido com o objetivo de fortalecer a conscientização e ações na construção de estilos de vida sustentáveis, visando a influenciar a eficiência do lado da demanda do consumo de energia.Afinal as notícias são benvindas para os ambientalistas que, apesar dos sinais de recessão e mista do Congresso sobre a indústria de greening americano, algumas das maiores empresas dos EUA estão adotando um conceito revolucionário de sustentabilidade. Empresas indianas também estão na pista com nada menos do que uma competição entre si. TCS tem sido avaliado por um seu relatório de sustentabilidade da Global Reporting Initiative e HCL, uma das cinco maiores empresas de verde na Índia. Com a TI fraternidade brainstorming freqüentemente e trabalhando fervorosamente em computação verde, o governo também deve cuidar para que estas empresas dispõem de assessores, como benefícios fiscais, que será um impulso moral para eles.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Construções sustentáveis ganham mercado no Brasil

Em um ano, número de empreendimentos em busca de certificação ambiental cresceu 75%

Vanessa Barbosa, de EXAME.com 20/08/2010 | 11:40

São Paulo - Viáveis e lucrativos, os chamados "prédios verdes" vão, aos poucos, ganhando espaço no país. Entre o título e a realidade, porém, é necessário cautela. Não basta ter um jardim bem cuidado ou meia dúzia de árvores para merecer o crédito. Uma boa maneira de checar a vocação ambiental do imóvel é saber se ele possui certificado.

Para isso, o empreendimento precisa ser erguido dentro de parâmetros ambientais em todas as fases - do planejamento à operação, passando pela construção. No Brasil, a busca por esse tipo de certificação cresceu 75% de 2009 pra cá.

Certificado Leed

Um dos selos disponíveis no mercado é o Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), fornecido com parcimônia pelo instituto americano U.S. Green Building Council Brasil, criado em 2004. O primeiro empreendimento brasileiro e da América Latina a conquistar a certificação ambiental, em 2007, foi uma agência do Banco Real, na Granja Viana, em Cotia, SP.

Para obter o Leed, o imóvel tem de atender, no mínimo, a 26 exigências, de uma lista com 69. São avaliados o consumo de energia, o reaproveitamento de água, o uso de materiais certificados ou reciclados na construção e no mobiliário, a localização do prédio e a baixa produção de resíduos, entre outros itens. Atualmente, 19 empreendimentos brasileiros já possuem o Leed, e outros 192 estão em processo de certificação - em maio do ano passado, eram apenas 119.

Certificado Aqua

Outro selo ambicionado é o Aqua (Alta Qualidade Ambiental), o primeiro referencial técnico brasileiro para construções sustentáveis. Desenvolvido em 2008 pela Fundação Vanzolini, o selo já conta com 25 processos iniciados e 13 empreendimentos certificados, entre os quais constam duas unidades da Leroy Merlin, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, e a Casa Natura, um misto de centro de convivência e loja da marca de cosméticos, em Santo André, SP.

O Aqua, que começou a ser emitido no ano passado, baseia-se em 14 critérios de sustentabilidade divididos em quatro fases (eco-construção, eco-gestão, conforto e saúde), que se aplicam para diversos empreendimentos - residenciais, comerciais, complexos esportivos e habitação popular.

Para o coordenador executivo do processo, Manuel Carlos Reis Martins, a busca crescente por esse tipo de empreendimento é inevitável. "Diante dos desafios ambientais que enfrentamos, a construção sustentável será o único caminho possível para o setor de edificação civil no futuro", afirma.

Custo-benefício: bom para o meio ambiente e para o bolso

Seguir com rigor os padrões exigidos pelas certificações tem seu preço: a construção pode ficar de 5% a 10% mais cara, dependendo da sofisticação desejada. Em contrapartida, um empreendimento construído dentro desses padrões podem reduzir entre 30% e 40% o consumo de energia, 50% o consumo de água, 35% a emissão de CO2 e em até 90% o descarte de resíduos, além de garantir um ambiente interno mais saudável e produtivo.

"O investimento em projetos sustentáveis, além ter um impacto menor no meio ambiente, reflete-se em um custo operacional mais baixo", afirma Marcelo Takaoka, presidente do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável. "Pode até custar mais caro no começo, mas depois reduz consideravelmente as faturas de água e luz".

Fonte: Portal Exame