Por GreenerComputing Funcionários
Publicado 08 de setembro de 2010
SAN FRANCISCO , CA - Na conferência anual VMworld em San Francisco, a empresa apresentou sua visão para "IT as a Service ", uma mudança conceitual que move os departamentos de TI a fornecer a eficiência e a disponibilidade de dados e poder computacional, e colocar a nuvem no centro de plataformas de computação corporativa.
Os produtos oferecidos incluem: VMware vCloud Director, que permite que os departamentos de TI criem data centers virtuais; VShield VMware, um sistema de segurança para ambientes virtualizados e computação em nuvem , e VMware vCloud Datacenter Services, que gera "nuvens híbridas " que dão às empresas a capacidade de usar tanto a nível privado , sistemas internos de computação em nuvem e nuvens externas de forma segura, conforme necessário.
Em um post no blog Enterprise IT Planet'S blog verde , T. Lau escreve:
A líder em Cloud computing VMware está empurrando esse conceito para o próximo nível com o lançamento de vários novos produtos importantes . O mais impressionante é vCloud Diretor, que permite às empresas determinar se um recurso de computação deve estar localizado localmente ou na nuvem. O software cria "Virtual Data Centers "- associações locais de computação, rede e recursos de armazenamento com as políticas de gestão definidas, os acordos de nível de serviço e preços. A prestação de serviços VDC serão instantâneas, pode ser marcada com os esforços de marketing da empresa, e resultará em uma nuvem de recursos que pode ser privada ou pública, como a empresa desejar.
Adicione à isso a escalabilidade, a configuração quase instantânea, as despesas de capital baixo, de segurança à prova de balas, a confiabilidade de nível de serviço, redução do consumo de energia, menor emissão de carbono. Se o Director vCloud realmente for o que a VMware diz que é, realmente será impressionante. É uma nova força para alavancar a TI Verde.
Mais detalhes sobre os novos produtos estão disponíveis em VMWare.com
foto Cloud CC- licenciada pela Nicholas_T.
Fonte: Greebiz
radução: Luciano Ferrari
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Construções sustentáveis ganham mercado no Brasil
Em um ano, número de empreendimentos em busca de certificação ambiental cresceu 75%
Vanessa Barbosa, de EXAME.com 20/08/2010 | 11:40
São Paulo - Viáveis e lucrativos, os chamados "prédios verdes" vão, aos poucos, ganhando espaço no país. Entre o título e a realidade, porém, é necessário cautela. Não basta ter um jardim bem cuidado ou meia dúzia de árvores para merecer o crédito. Uma boa maneira de checar a vocação ambiental do imóvel é saber se ele possui certificado.
Para isso, o empreendimento precisa ser erguido dentro de parâmetros ambientais em todas as fases - do planejamento à operação, passando pela construção. No Brasil, a busca por esse tipo de certificação cresceu 75% de 2009 pra cá.
Certificado Leed
Um dos selos disponíveis no mercado é o Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), fornecido com parcimônia pelo instituto americano U.S. Green Building Council Brasil, criado em 2004. O primeiro empreendimento brasileiro e da América Latina a conquistar a certificação ambiental, em 2007, foi uma agência do Banco Real, na Granja Viana, em Cotia, SP.
Para obter o Leed, o imóvel tem de atender, no mínimo, a 26 exigências, de uma lista com 69. São avaliados o consumo de energia, o reaproveitamento de água, o uso de materiais certificados ou reciclados na construção e no mobiliário, a localização do prédio e a baixa produção de resíduos, entre outros itens. Atualmente, 19 empreendimentos brasileiros já possuem o Leed, e outros 192 estão em processo de certificação - em maio do ano passado, eram apenas 119.
Certificado Aqua
Outro selo ambicionado é o Aqua (Alta Qualidade Ambiental), o primeiro referencial técnico brasileiro para construções sustentáveis. Desenvolvido em 2008 pela Fundação Vanzolini, o selo já conta com 25 processos iniciados e 13 empreendimentos certificados, entre os quais constam duas unidades da Leroy Merlin, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, e a Casa Natura, um misto de centro de convivência e loja da marca de cosméticos, em Santo André, SP.
O Aqua, que começou a ser emitido no ano passado, baseia-se em 14 critérios de sustentabilidade divididos em quatro fases (eco-construção, eco-gestão, conforto e saúde), que se aplicam para diversos empreendimentos - residenciais, comerciais, complexos esportivos e habitação popular.
Para o coordenador executivo do processo, Manuel Carlos Reis Martins, a busca crescente por esse tipo de empreendimento é inevitável. "Diante dos desafios ambientais que enfrentamos, a construção sustentável será o único caminho possível para o setor de edificação civil no futuro", afirma.
Custo-benefício: bom para o meio ambiente e para o bolso
Seguir com rigor os padrões exigidos pelas certificações tem seu preço: a construção pode ficar de 5% a 10% mais cara, dependendo da sofisticação desejada. Em contrapartida, um empreendimento construído dentro desses padrões podem reduzir entre 30% e 40% o consumo de energia, 50% o consumo de água, 35% a emissão de CO2 e em até 90% o descarte de resíduos, além de garantir um ambiente interno mais saudável e produtivo.
"O investimento em projetos sustentáveis, além ter um impacto menor no meio ambiente, reflete-se em um custo operacional mais baixo", afirma Marcelo Takaoka, presidente do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável. "Pode até custar mais caro no começo, mas depois reduz consideravelmente as faturas de água e luz".
Fonte: Portal Exame
Vanessa Barbosa, de EXAME.com 20/08/2010 | 11:40
São Paulo - Viáveis e lucrativos, os chamados "prédios verdes" vão, aos poucos, ganhando espaço no país. Entre o título e a realidade, porém, é necessário cautela. Não basta ter um jardim bem cuidado ou meia dúzia de árvores para merecer o crédito. Uma boa maneira de checar a vocação ambiental do imóvel é saber se ele possui certificado.
Para isso, o empreendimento precisa ser erguido dentro de parâmetros ambientais em todas as fases - do planejamento à operação, passando pela construção. No Brasil, a busca por esse tipo de certificação cresceu 75% de 2009 pra cá.
Certificado Leed
Um dos selos disponíveis no mercado é o Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), fornecido com parcimônia pelo instituto americano U.S. Green Building Council Brasil, criado em 2004. O primeiro empreendimento brasileiro e da América Latina a conquistar a certificação ambiental, em 2007, foi uma agência do Banco Real, na Granja Viana, em Cotia, SP.
Para obter o Leed, o imóvel tem de atender, no mínimo, a 26 exigências, de uma lista com 69. São avaliados o consumo de energia, o reaproveitamento de água, o uso de materiais certificados ou reciclados na construção e no mobiliário, a localização do prédio e a baixa produção de resíduos, entre outros itens. Atualmente, 19 empreendimentos brasileiros já possuem o Leed, e outros 192 estão em processo de certificação - em maio do ano passado, eram apenas 119.
Certificado Aqua
Outro selo ambicionado é o Aqua (Alta Qualidade Ambiental), o primeiro referencial técnico brasileiro para construções sustentáveis. Desenvolvido em 2008 pela Fundação Vanzolini, o selo já conta com 25 processos iniciados e 13 empreendimentos certificados, entre os quais constam duas unidades da Leroy Merlin, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, e a Casa Natura, um misto de centro de convivência e loja da marca de cosméticos, em Santo André, SP.
O Aqua, que começou a ser emitido no ano passado, baseia-se em 14 critérios de sustentabilidade divididos em quatro fases (eco-construção, eco-gestão, conforto e saúde), que se aplicam para diversos empreendimentos - residenciais, comerciais, complexos esportivos e habitação popular.
Para o coordenador executivo do processo, Manuel Carlos Reis Martins, a busca crescente por esse tipo de empreendimento é inevitável. "Diante dos desafios ambientais que enfrentamos, a construção sustentável será o único caminho possível para o setor de edificação civil no futuro", afirma.
Custo-benefício: bom para o meio ambiente e para o bolso
Seguir com rigor os padrões exigidos pelas certificações tem seu preço: a construção pode ficar de 5% a 10% mais cara, dependendo da sofisticação desejada. Em contrapartida, um empreendimento construído dentro desses padrões podem reduzir entre 30% e 40% o consumo de energia, 50% o consumo de água, 35% a emissão de CO2 e em até 90% o descarte de resíduos, além de garantir um ambiente interno mais saudável e produtivo.
"O investimento em projetos sustentáveis, além ter um impacto menor no meio ambiente, reflete-se em um custo operacional mais baixo", afirma Marcelo Takaoka, presidente do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável. "Pode até custar mais caro no começo, mas depois reduz consideravelmente as faturas de água e luz".
Fonte: Portal Exame
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