quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Lei do lixo aprovada pelo executivo prevê que empresas proporcionem destino adequado aos detritos eletrônicos

Nova política exigirá investimentos de pelo menos R$ 6,1 bilhões para a implantação e manutenção das iniciativas previstas no plano

Terça-feira, 03 de agosto de 2010 às 13h29


A nova lei nacional de reciclagem promete provocar mudanças significativas no comportamento da população e das empresas em relação ao lixo produzido no país. Sancionada nesta segunda-feira, 2/08, pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, a Política Nacional de Resíduos Sólidos obrigará as empresas produtoras a recolher os produtos descartados (incluindo o lixo eletrônico), proíbe os lixões, estabelece que as embalagens sejam fabricadas com materiais recicláveis e que a União, Estados e munícipios elaborem estratégias para o tratamento do lixo, com metas e programas de reciclagem.

De acordo com a Abetre (Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos), a nova lei proposta pelo Ministério do Meio Ambiente exigirá investimentos de pelo menos R$ 6,1 bilhões nos próximos quatro anos para a implantação e manutenção das iniciativas previstas no plano.

Discutida há 20 anos pelo Congresso Nacional antes de chegar ao Executivo, a lei ainda distingue os resíduos (lixo que pode ser reaproveitado ou reciclado) dos rejeitos (o que não é passível de reaproveitamento) e prevê a destinação adequada dos eletroeletrônicos como baterias de celulares, computadores, entre outros.

Fonte: Olhar Digital

segunda-feira, 26 de julho de 2010

ERP vira arma para gestão da emissão de carbono

Cidade norte-americana vai economizar mais de US$ 500 milhões, graças à adoção de 150 iniciativas verdes

CIO/EUA
Publicada em 23 de julho de 2010 às 08h00

Há três anos, a cidade de Palo Alto (Estados Unidos) resolveu reduzir as emissões de carbono em 5% até 2009 e em 15% até 2020. A saída encontrada foi distribuir uma planilha de redução de carbono para os diversos departamentos da prefeituras e deixou que os gestores elaborassem suas próprias ideias para cumprir o exigido.

Depois de uma série de discussões, os gestores perceberam que olhar apenas a conta mensal de energia elétrica não era suficiente. Foi quando o gerente de riscos energéticos de Palo Alto, Karl Van Orsdol, percebeu que o sistema de ERP da companhia tinha informações importantes sobre todo o consumo e as tendências energéticas do grupo. "Mas faltava uma recomendação de como poderíamos economizar", pontua Orsdol.

Assim, em 2009, a cidade implementou um sistema de gestão de energia elétrica da empresa californiana Hara e baseado no modelo de SaaS (software como serviço). A solução gera relatórios precisos e extrai dados detalhados, a partir dos registros no sistema de ERP, da SAP. O que resultou na criação de 150 projetos 'verdes' - voltados a reduzir a emissão de carbono - e uma economia que deve ultrapassar os 500 milhões de dólares em 2010.

Qualquer organização que tenha um sistema de ERP pode seguir o exemplo de Palo Alto. Por exemplo, quem administra uma frota de veículos, consegue verificar o consumo de combustível e quanto custa manter a frota abastecida.

No caso de Palo Alto, cada vez que um veículo da administração municipal abastece o tanque de combustível, essa operação gera uma entrada no SAP, que é capturada. Com base nesses registros, o departamento de polícia, por exemplo, descobriu que instalar ventiladores nos automóveis das equipes elimina a necessidade de manter o carro funcionando, para manter o ar condicionado, quando estacionado. Outras alternativas incluem a substituição de lâmpadas fluorescentes antigas e a renovação de determiandos equipamentos, como refrigeradores.

O CIO do município, Glen Loo, relata que uma das premissas do projeto foi investir o mínimo necessário e não consumir muito tempo das equipes de TI para aferição e análise das métricas geradas pelo sistema. Segundo ele, o modelo de SaaS atendeu a essas duas necessidades e só exigiu que os funcionários de Loo criassem uma interface para integrar os aplicativos Hara e o ERP. “Ter de capturar dados de uma sistema e passá-los para outro teria sido mais complicado”, afirma o CIO.

(Elana Varon)

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Google fecha acordo para uso de energia eólica em data centers

O contrato, válido por 20 anos, prevê o fornecimento de 114 Megawatts a um preço fixo.

Por IDG News Service / San Francisco
20 de julho de 2010 - 17h37

Uma companhia que fornece energia eólica em Iowa, nos Estados Unidos, divulgou a assinatura de um contrato de 20 anos com a Google. O acordo, que passa a valer a partir de 30 de julho, tem como objetivo abastecer os data centers da companhia com uma energia considerada limpa, ou seja, com menos impacto para o meio ambiente.

“O acordo prevê o fornecimento de 114 Megawatts de energia eólica a um preço fixo”, afirma o vice-presidente sênior de operações Google, Urs Hoelzle.

De acordo com o executivo, com um preço predeterminado, a Google quer se proteger contra flutuações nos custos de energia. Ao mesmo tempo, ele ressalta que, em longo prazo, o contrato deve servir de estímulo para que outras companhias sigam o exemplo de sustentabilidade. “É mais um dos casos em que vestir a camisa verde é algo razoável”, diz Hoelzle, sem divulgar o total investido.

Em maio deste ano, a Google injetou quase 40 milhões de dólares em duas instalações de energia eólica localizadas no território da Dakota do Norte, e pertencentes à empresa NextEra Energy. O contrato firmado hoje (20/7) é com uma empresa ligada ao grupo NextEra.

A companhia afirma dominar o contingente de moinhos de vento, responsáveis pela transformação do movimento das pás em energia elétrica, nos Estados Unidos. Com 9 mil unidades em funcionamento, a empresa tem capacidade para gerar 9.6 mil megawatts.

“Ao optar pela compra dessa quantidade de energia por um prazo longo, damos à empresa de energia a certeza financeira de que ela precisa para expandir suas operações”, afirma Hoelzle no blog da Google. “A dificuldade de geradores de energia renovável em obter financiamentos é um dos empecilhos na expansão dessa tecnologia renovável”, finaliza.

Hoelzle também dá a entender que utilizar essa alternativa energética não foi algo simples. Segundo ele, o governo mantém regras rígidas no controle sobre o comércio de energia.

A compra foi realizada por meio da subsidiária Google Energy. Estabelecida em dezembro e autorizada pelo governo norte-americana, a empresa está apta a participar do comércio atacadista de energia elétrica. Contudo, a Google não pode usar a energia comprada sem antes disponibilizá-la ao mercado local.

Grupos de internet como a Google, o Facebook e a Yahoo! têm sido alvo constante de críticas de ambientalistas, principalmente do Greenpeace.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Matéria na Revista TI Digital

No mês de março, Maurício Gouvêa foi entrevistado pela Flávia Freire, Diretora de redação da Revista TI Digital (http://www.revistatidigital.com.br/) sobre o tema TI Verde, que seria tratado na edição de maio da revista. A matéria foi publicada e está aqui. O resultado ficou bastante interessante, expondo bem o viés estratégico que Maurício sempre quis dar ao tema. Junto a outros profissionais que também deram depoimentos, a matéria saiu do lugar comum ao propor uma nova visão sobre o assunto. Parabéns à redação da revista.

Maurício Gouvêa é Engenheiro Eletrônico graduado pelo CEFET-RJ, com pós-graduação em Gerência de Redes pelo NCE/UFRJ. PMP, também com certificações em ITIL Foundation e MSCO (Módulo Security Solutions). Atualmente cursando mestrado em Tecnologia no CEFET-RJ, com foco em Sustentabilidade em Governança de TI e Gerenciamento de Projetos. Gerente de Projetos e Consultor de TI com atuação nos setores público e privado.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Primeiro data center do País com selo Tier III abre em agosto

Empreendimento será inaugurado em Belo Horizonte (MG) pela Ativas que investiu US$ 50 milhões no projeto e espera conquistar 300 clientes de grande porte em cinco anos com serviços diferenciados. A previsão de faturamento anual para 2014 é de R$ 200 milhões.

Por Edileuza Soares, da Computerworld
09 de julho de 2010 - 07h05

Para atender o aquecimento da demanda pelos serviços de terceirização de TI, entra em operação em agosto no Brasil um novo data center, baseado em padrões modernos. O empreendimento, que recebeu um investimento inicial de 50 milhões de dólares, vai funcionar fora do eixo Rio/São Paulo, com instalações em Belo Horizonte. Controlado pela Ativas, o centro de processamento vai concorrer com empresas como IBM, Tivit, Diveo e HP.

O negócio marca a entrada no mercado de TI do grupo Asamar, com vários negócios no País, entre os quais a rede de postos de combustíveis Ale. A empresa decidiu investir nessa área, atraída principalmente pelo potencial de crescimento do modelo de cloud computing no Brasil. Para disputar as oportunidades, a companhia planeja aplicar nos próximos cinco anos mais 70 milhões de dólares para ampliação da infraestrutura.

Parte desses recursos deverá ser dividida com o novo sócio da Ativas, que é a Cemig Telecom, que anunciou na semana entrada no negócio com participação de 49% e fez um aporte inicial de 6,7 milhões de reais. O data center começa a operação com seis clientes, sendo que entre os quais estão a Unimed de Belo Horizonte e a Taesa, que opera com transmissão de energia em Minas. A expectativa da companhia é elevar esse número para 300 contas em cinco anos e chegar em 2014 com faturamento de 200 milhões de reais.

Como diferencial para enfrentar a concorrência e atingir essas metas, o novo centro de processamento de dados já nasce com o selo Tier III, concedido pelo Uptime Institute, entidade internacional especializada em homologação de data centers de grande porte. A Ativas foi a primeira empresa da América do Sul a obter a certificação, que atesta que sua infraestrutura está preparada para funcionar 99,98% do tempo durante os 365 dias do ano.

“Essa certificação garante que nossos clientes terão segurança e continuidade de seus negócios. O máximo que poderemos ficar fora do ar em um ano é menos de duas horas”, afirma o CEO da Ativas, Alexandre Siffert. O projeto do data center foi concebido para funcionar com redundância duplicada em toda infraestrutura.

Segundo o executivo, o projeto de pesquisa levou ano com visita a data centers modelos no mercado internacional, como os da HP, IBM e Dell. O objetivo era construímos no Brasil um ambiente de alta disponibilidade, baseado nas melhores práticas validadas pelo Uptime Institute.

Pela sua complexidade, o novo espaço é considerado um data center de nova geração, que Siffert chama de versão 3.0. “Outros no País afirmam que estão em conformidade com a certificação Tier III, mas nenhum foi projetado, seguindo desde a construção todos os requisitos d o Uptime”.

O data center já nasce com infraestrutura pronta para ser totalmente virtualizada. Siffert destaca que um dos benefícios de operar com esse modelo será a facilidade e rapidez para provisionar serviços para os clientes. O gerenciamento também será menos custoso, o que segundo ele, poderá ser mais agressivo no mercado.

Oferta de serviços
O data center da Ativas promete entregar infraestrutura de TI com modelo diferenciado aos clientes, oferecendo acordo de nível serviço (SLA) também para as aplicações, sem entrar na estratégia do negócio. O plano da empresa é fazer diagnósticos para identificar como determinado aplicação impacta no negócio da empresa, quando os equipamentos precisam de atualização ou param por algum motivo.

O CEO da Ativas dá como exemplo a avaliação do processamento de um sistema de gestão empresarial (ERP) de uma indústria ou o prontuário eletrônico de um hospital que são vital para a operação e que se pararem vão afetar o negócio. “Vamos gerar informações importantes da gestão de TI para CIO. Ele vai poder falar com o CFO sobre como negócio será impactado pela infraestutura e não mais que precisa de memória para o servidor”.

Construído em um terreno de 30 mil metros quadrados e ocupando área útil de 6 mil metros quadrados na região metropolitana de Belo Horizonte, o novo data center quer levar suas ofertas para outros mercados, além de Minas. No primeiro ano vai se concentrar na região Sudeste, que responde por cerca de 60% dos contratos de serviços de TI no Brasil. Depois planeja ter operação nacional.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

CDP Oferece Business Case para Telepresença

Por Equipe ClimateBiz
Publicado 16 de junho de 2010


Adotar agressivamente telepresença pode ajudar as maiores empresas do mundo economizar bilhões de dólares em despesas com viagem , reduzindo significativamente sua pegada de carbono .

Ao mesmo tempo , eles podem desfrutar de um rápido ROI de 15 meses ou menos, de acordo com a "A Revolução telepresença ", um novo estudo de autoria da empresa de pesquisa Verdantix em nome da Carbon Disclosure Project (CDP). O relatório , patrocinado pela AT&T, avaliou 15 grandes empresas que eram adotantes iniciais de telepresença , incluindo a PepsiCo , a Accenture e a Microsoft.

" Telepresença é um desenvolvimento novo e extraordinário ", disse Paul Dickinson CDP presidente em entrevista por telefone . "Isso abre oportunidades para o crescimento econômico , reduzindo as emissões . Se países como a Índia e a China desenvolverem a mesma infra-estrutura que temos , as emissões serão um desastre. "

Telepresença , a alta definição, tecnologia de videoconferência em tempo real, oferece aos países em desenvolvimento uma ferramenta para "pular" ultrapassados sistemas de transporte de estilo ocidental , enquanto continua a permitir o crescimento de suas economias, disse Dickinson .

O CDP , conhecido por seu trabalho entre os investidores por obter das maiores empresas do mundo a medir e reportar suas emissões de gases com efeito de estufa , e , mais recentemente, do uso da água , quis examinar como pioneiro empresas estão usando telepresença, com a crença de que as empresas podem e liderar a transição para uma economia de baixo carbono.


Early adopters giravam em torno de telepresença por algumas razões fundamentais: o desejo de reduzir as despesas de transporte aéreo; executivos melhoria e produtividade dos funcionários e equilíbrio entre vida profissional e familiar; reduzir as pegadas de carbono e melhorar a tomada de decisões e relacionamentos com clientes e fornecedores.

Os pesquisadores estimaram que uma empresa individual , com quatro salas de telepresença poderia evitar 2.271 toneladas métricas de emissões ao longo de cinco anos, além de salvar centenas de viagens de negócios anualmente. Se E.U. e empresas do Reino Unido com mais de US $ 1 bilhão foram para implementar programas de telepresença forte, que poderia gerar cerca de US $ 19 bilhões em economywide benefícios financeiros até 2020 e evitar cerca de 5,5 milhões de toneladas de emissões.

O relatório estima que as empresas possam justificar o investimento em um sistema de telepresença com seis unidades de tela se costuma fazer viagens internacionais aproximadamente 4-6 e 25-30 viagens domésticas cada mês, com base no custo total de propriedade para as unidades de telepresença.

Falta de consciência estão entre as maiores barreiras para a adoção mais ampla de telepresença , Dickinson disse, mas ele aconselhou as empresas a não subestimar a tecnologia , que contrasta com outras tecnologias de vídeo conferência que sofria de problemas de funcionamento e qualidade .

"Olhe , olhe de novo ", disse ele de telepresença ", e depois olhe outra vez. "

Image CC licenciadas por usuário do Flickr Smart Cities.



Fonte: http://www.greenbiz.com/news/2010/06/16/early-telepresence-adopters-enjoy-fast-roi-smaller-carbon-footprint-cdp?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+GreenerComputing+%28GreenBiz.com+%7C+Computing%29#ixzz0rm0dCNyt

quarta-feira, 23 de junho de 2010

10 Coisas a Saber sobre Gerenciamento de Energia de PCs

Por Matthew Wheeland
Publicado 16 de junho de 2010

Quando se trata de formas rápidas para fazer uma diferença grande tanto em suas emissões de gases de efeito de estufa , bem como em sua fatura de energia, a gestão de energia do PC é uma das ações mais fáceis que sua empresa pode fazer. Infelizmente, é também uma das práticas mais esquecida : A Forrester divulgou recentemente um estudo mostrando que apenas 13 por cento das empresas têm implementado gerenciamento de energia em larga escala na organização.

Gestão de energia de PCs em seu nível mais simples é activar e gerir as definições de dormir em seu parque de desktops, laptops e monitores ( algumas ferramentas de gerenciamento de energia também podem ser usadas em outros equipamentos eletrônicos , mas , para simplificar, vamos nos concentrar apenas em computadores ).

Se sua empresa ainda não iniciou um projeto de gestão de energia do PC, ou se você tem e ainda não viu grandes economias , a seguir 10 dicas , em nenhuma ordem particular, você irá obter o caminho certo .

1. Protetores de Tela não são gerenciamento de energia . Apenas definir todos os seus PCs para entrar em modo proteção de tela durante a noite não vai poupar nenhuma energia , e pode de fato usar ainda mais energia ainda do computador.


2. Gerenciamento de energia de PC pode economizar muito dinheiro. A maioria das empresas de software de gerenciamento de energia prevêem US $ 20 a $ 60 de economia por computador por ano de consumo de energia reduzido. Quando você está falando de uma grande empresa, isso pode significar bastante. A AT&T , por exemplo, lançou um projeto de gerenciamento de energia de PC em 2008 que economizou à empresa mais de US $ 13 milhões por ano a partir da instalação do software 1E NightWatchman em 310 mil computadores.

3. Instalar um sistema de gerenciamento de energia pode ser gratuito. Embora pareça demasiado bom para ser verdade , há uma série de programas disponíveis - principalmente através de empresas de serviços públicos - que você vai ganhar uma quantidade de dinheiro para cada computador que você instalar o software de gerenciamento de energia . Um bom exemplo é a Pacific Gas & Electric que conseguiu desconto de US $ 15 por computador, uma quantia que , essencialmente, compensa o custo inicial da compra , e significa um ROI de zero dias. Você também pode pesquisar no banco de dados do Departamento de Energia DSIRE para programas utilitários . Um resumo dos links está aqui: http://tinyurl.com/GreenBiz-Power-Mgmt-Rebates.

4. Gerenciamento de energia do PC começa a economizar dinheiro imediatamente. Além de ser um esforço a custo zero , gerenciamento de energia também tem impactos imediatos. As empresas podem instalar a maioria dos sistemas em questão de horas, e você verá as reduções de imediato a sua utilização de energia.

5. Existem muitos fornecedores diferentes, mas todas as ferramentas são similares. O Energy Star lista em seu website 18 diferentes soluções de gestão de energia para PC, e há muitos mais no mercado do que isso. Embora possa ser esmagadora para tentar tomar uma decisão, há um fato simples de lembrar. " Essencialmente, todos eles fazem a mesma coisa ", segundo Marc Brungardt , o vice-presidente executivo de operações da Promisec. "Essas empresas não inventaram a oportunidade , é uma parte inerente do sistema operacional do computador. " É claro que existemdiferenciações entre todos esses sistemas , mas você não pode se dar mal  com qualquer solução . Deixe a economia alavancar a decisão , pedindo a seu fornecedor local uma lista dos programas que lhe darão restituições.

6. gerenciamento de energia do PC é um "ajuste e esqueça " do projeto. Independentemente de qual ferramenta de software que você escolher, seu departamento de TI pode instalá-lo em questão de horas, e uma vez que é instalado e funcionando , ele geralmente pode ser mantida com o trabalho acrescentou mínimo. Brett Goodwin , vice-presidente de marketing da Verdiem, disse que quando sua empresa pesquisou sua base de usuários no ano passado , 90 por cento disseram que gastam menos de 10 horas por mês na manutenção e solução de problemas , e que 77 por cento gastaram menos de cinco horas por mês.

7. O gerenciamento de energia funciona sem perturbar os usuários finais . De fato , os funcionários são muitas vezes a pior coisa que pode acontecer com os programas de gerenciamento de energia do PC . Os departamentos de TI precisam de atualização, correção e manutenção da frota do computador durante horas de folga para reduzir as interrupções para a produtividade. Neste caso , os trabalhadores eco- conscientes que transformam seus computadores quando eles saem fora realmente fazer a tarefa mais difícil . Mas isso não é uma preocupação para a maioria das empresas : A maioria dos trabalhadores não só vai deixar suas máquinas em todo o tempo, muitas vezes desabilitar as configurações de economia de energia instalados em computadores indivdidual de evitar os problemas percebidos. Power software de gestão com as políticas implementadas inteligentes torna a economia de energia invisível.

8. Comece pequeno, então vá para a grande jogada . Embora seja mais fácil lançar um programa de gerenciamento de energia em toda a empresa global , começando com pequenos passos lhe farão para muitos menos obstáculos para baixo da linha . Nick Milne -Home, o presidente da 1E, Explicou que "As empresas muitas vezes não sabem onde e como começar , a fim de criar a política de alimentação ideal e encontrar uma base para medir a economia. O erro mais comum os gerentes de TI fazem na aplicação de gerenciamento de energia do PC não está em primeiro lugar determinar corretamente a linha de base através de uma aplicação -piloto ". Milne -Home passou a dizer que a medição do comportamento de uma amostra representativa dos usuários que compõe 5-10 por cento da organização e definição de políticas de toda a organização que são os melhores para que o grupo irá atender às necessidades tanto de usuários e os objetivos do negócio .

9. apoio executivo é fundamental para a boa gestão de energia do PC . Há uma série de obstáculos para a adoção generalizado sucesso da gestão de energia , mas eles são em grande parte organizacional e de natureza política. Forte apoio e incentivo da C - Suite pode criar as prioridades certas orçamental para o investimento inicial para o software de gerenciamento de energia , e pode estimular a mudança de comportamento entre os funcionários necessários para garantir o seu sucesso.

10. Você pode fazê-lo sozinho , mas há um prendedor. Cada sistema operacional vem com ferramentas de gestão de energia pré-instalado - embora só recentemente tenham sido expedidos, eles com os controles ativados. Os departamentos de TI podem executar algumas das mesmas funções que o software de gerenciamento de energia usando GPOs e scripts, e Brungardt Promisec diz que " gostaria de sugerir que se uma empresa não vai adoptar uma solução comercial , que deve absolutamente fazer o que puderem , porque ele é melhor que nada. " Seja como for, ir sozinho é uma medida de solução abrangente - os programas de gerenciamento de energia diferente vir empacotados com outros instrumentos , que vão desde gases do efeito estufa sofisticadas ferramentas de relatórios para os recursos de segurança de TI . Além do mais as necessidades de gestão de tempo -intensivos, DIY gerenciamento de energia está vulnerável aos empregados que deseja desativar esses recursos, somando-se a um menor custo -benefício e mais frustrante do projeto. "Alguns de nossos melhores clientes são aqueles que tentaram fazê-lo eles mesmos, " Goodwin Verdiem disse com uma risada.

A sua empresa instalou sistemas de gerenciamento de energia ? Você tem histórias de sucesso ou algo para advertir? Poste seus comentários abaixo, ou envie uma nota com suas experiências.


Fonte: http://www.greenbiz.com/blog/2010/06/16/10-things-know-about-pc-power-management?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+GreenerComputing+%28GreenBiz.com+%7C+Computing%29#ixzz0rgTSlmN8

Tradução: Luciano Ferrari